Frases para reflexão:
" O belo da vida é não ter limitações"
"Troque seu coração por um fígado novo,assim vc se apaixona menos e bebe mais "( Frase de alcoólatra).
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
TRANSTORNOS MENTAIS NA ADOLESCÊNCIA
A Adolescência é um período de intensas atividades e transformações na vida mental do indivíduo, o que, por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podem ser interpretadas por leigos como sendo doença. Assim sendo, muitas das manifestações ditas normais da adolescência podem se confundir com doenças mentais ou comportamentos inadequados.
Exemplo disso é o uso de drogas, que pode constituir-se em um caso de dependência, mas também pode constituir-se em um simples comportamento de experimentação da vida. Temos de ter o cuidado inicialmente de avaliar bem o comportamento de um adolescente, antes de se garantir a existência ou não de um transtorno mental. Para tanto é necessário se conhecer um pouco acerca do que chamamos de "adolescência normal".
Adolescência Normal
A adolescência é a fase da vida em que a pessoa se descobre como indivíduo separado dos pais. Isso gera um sentimento de curiosidade e euforia, porém também gera sentimentos de medo e inadequação. Um adolescente está descobrindo o que é ser adulto, mas não está plenamente pronto para exercer as atividades e assumir as responsabilidades de ser adulto. Assim sendo ele procura exemplos, de pessoas próximas ou não - ídolos artísticos ou esportivos, entre outros - para construir seu caráter e seu comportamento.
Também é visível a necessidade do adolescente de contrariar a vontade ou as idéias dos pais. Esse comportamento opositor aos pais acontece em decorrência da necessidade do adolescente de separar-se dos pais, ser diferente deles, para construir sua própria identidade como pessoa. Ao mesmo tempo, o adolescente pode não se ver capaz ainda de se separar desses pais, gerando então nele um sentimento de medo. De um lado a necessidade de separar-se dos pais para ser um indivíduo diferente e de outro lado a dificuldade de assumir a posição adulta (com suas responsabilidades e desejos) levam o adolescente a uma fase de intensa confusão de sentimentos, com uma constante mudança de opiniões e metas, e com um comportamento bastante impulsivo.
Embora haja grande quantidade de conhecimento existente hoje sobre esse assunto, é necessário alertar que muitos dos comportamentos atípicos manifestados pelos adolescentes podem apenas ser uma busca por sua identidade, e não uma doença mental específica.
Cabe também lembrar que muitas vezes os adolescentes necessitam de ajuda profissional nesse processo de "ser adulto", o qual, mesmo não se constituindo em doença mental, pode constituir-se em sofrimento para o adolescente, podendo ele beneficiar-se, e muito, de intervenções psicológicas.
Dentre os transtornos mais comuns vistos na adolescência, destacam-se os seguintes:
Transtornos do Humor
É o grupo onde se incluem as doenças depressivas, de certo modo comuns na adolescência, acompanhadas das mais diversas manifestações. Podem apresentar humor deprimido (tristeza) acentuado ou irritabilidade (que por si só pode ser manifestação normal da adolescência), perda de interesse ou prazer em suas atividades, perda ou ganho de peso, insônia ou excesso de sono e abuso de substâncias psicoativas (mais comumente álcool, porém até outras drogas). O tratamento desses transtornos envolve o uso de fármacos (antidepressivos), associados a psicoterapia.
Transtornos Alimentares
Onde se incluem a Bulimia (ataques de "comer" compulsivo seguidos, muitas vezes, do ato de vomitar) e Anorexia (diminuição intensa da ingesta de alimentos). A pessoa demonstra um "pavor" de engordar, tomando atitudes exageradas ou não necessárias para emagrecer, mantendo peso muito abaixo do esperado para ela. O tratamento desses transtornos envolve uma equipe multidisciplinar (psiquiatra, nutricionista), fármacos antidepressivos e psicoterapia, necessitando em alguns casos de intervenções na família.
Transtornos do Uso de Substâncias Psicoativas
O uso de drogas, como é conhecido, é um tipo de alteração de comportamento bastante visto na adolescência. A dependência de drogas, que é o transtorno mais grave desse grupo, manifesta-se pelo uso da substância associado a uma necessidade intensa de ter a droga, ausência de prazer nas atividades sem a droga e busca incessante da droga, muitas vezes envolvendo-se em situações ilegais ou de risco para se conseguir a mesma (roubo e tráfico). O tratamento envolve psicoterapia, educação familiar e alguns fármacos, por vezes necessitando internação hospitalar.
Transtornos de Conduta
Caracterizam-se por comportamentos repetitivos de contrariedade a normas e padrões sociais, conduta agressiva e desafiadora. Constitui-se em atitudes graves, sendo mais do que rebeldia adolescente e travessuras infantis normais. Essas pessoas envolvem-se em situações de ilegalidade e violações do direito de outras pessoas. Aparecem roubos, destruição de patrimônio alheio, brigas, crueldade e desobediência intensa como algumas das manifestações. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se utilizar alguns fármacos no controle da impulsividade desses pacientes. São transtornos de difícil manejo, e muitas vezes necessitam de intervenções familiares e sociais.
Transtornos de Ansiedade
Os transtornos de ansiedade incluem desde a ansiedade de separação e a fobia escolar, condições que ocorrem quase que exclusivamente na infância, até o transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, síndrome do pânico e fobias. Pessoas que vivem com um grau muito intenso de ansiedade podem chegar a ter prejuízos no seu funcionamento, por exemplo social, em decorrência dessa ansiedade. Além de causar importante sofrimento físico e psicológico, as conseqüências dos sintomas ansiosos costumam ser desmoralizantes e incapacitantes em mais de uma esfera, como por exemplo social, ocupacional, escolar e familiar. Os sintomas podem iniciar tanto na infância quanto na adolescência , e podem ser tanto primários, quanto secundários ou ocorrerem em comorbidade com outros sintomas psiquiátricos. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se recorrer a alguns fármacos como coadjuvantes.
Transtornos de Ansiedade
Pessoas que vivem com um grau muito intenso de ansiedade, chegando a ter prejuízos no seu funcionamento, por exemplo social, em decorrência dessa ansiedade. Pode aparecer na adolescência sob a forma de ansiedade de separação, geralmente dos pais, aparecendo em adolescentes que não conseguem manter atividades sem a presença dos mesmos. São extremamente tímidos, e muitas vezes, não conseguem obter prazer em quase nenhuma atividade fora de casa. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se recorrer a alguns fármacos como coadjuvantes.
Transtornos Psicóticos
Nessa fase da vida muitos transtornos psicóticos, por exemplo a esquizofrenia, iniciam suas manifestações. Esses transtornos são graves, muitas vezes necessitam internação hospitalar e são caracterizados por comportamentos e pensamentos muito bizarros e distorcidos frente a realidade. O tratamento baseia-se em tratamento medicamentoso com o uso de antipsicóticos e psicoterapia de apoio. São transtornos, em sua maioria, cronificantes, principalmente se não tratados.
Suicídio na Adolescência
Muitos transtornos da adolescência podem se manifestar com comportamento suicida. Tentativas ou ameaças de suicídio podem aparecer. Alguns comportamentos de exposição e risco (dirigir em alta velocidade ou embriagado, envolvimento em brigas ou em atividades de risco, entre outras) também podem ser sinais de comportamento suicida na adolescência, mesmo sem a manifestação explícita dessa intenção. O comportamento impulsivo do adolescente, acarreta um risco maior de tentativas de suicídio mesmo na ausência de sintomas depressivos ou uma clara ideação suicida, o que torna o adolescente muito mais vulnerável a este tipo de comportamento.
Cuidados a tomar na Avaliação Diagnóstica
São muitas as possibilidades de transtornos mentais nessa fase da vida, mas todas as situações devem ser muito bem avaliadas antes de se fechar um diagnóstico, principalmente na adolescência. Além das dificuldades pessoais dos adolescentes e de sua intensa modificação corporal e mental, o que por si só já pode gerar comportamentos e sentimentos de inadequação, suas atitudes podem ainda refletir problemáticas familiares. Assim sendo, sem uma devida avaliação do adolescente é, no mínimo imprudente, caracterizá-lo como tendo uma doença mental específica.
Nelson Luiz Raspes – Psicólogo e Palestrante
CRP: 06/45396-2
Tel: 9823-6736 / 8090-6398
E-mail: nelsonlraspes@uol.com.br
Blog: www.nelsonpsico.blogspot.com
A Adolescência é um período de intensas atividades e transformações na vida mental do indivíduo, o que, por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podem ser interpretadas por leigos como sendo doença. Assim sendo, muitas das manifestações ditas normais da adolescência podem se confundir com doenças mentais ou comportamentos inadequados.
Exemplo disso é o uso de drogas, que pode constituir-se em um caso de dependência, mas também pode constituir-se em um simples comportamento de experimentação da vida. Temos de ter o cuidado inicialmente de avaliar bem o comportamento de um adolescente, antes de se garantir a existência ou não de um transtorno mental. Para tanto é necessário se conhecer um pouco acerca do que chamamos de "adolescência normal".
Adolescência Normal
A adolescência é a fase da vida em que a pessoa se descobre como indivíduo separado dos pais. Isso gera um sentimento de curiosidade e euforia, porém também gera sentimentos de medo e inadequação. Um adolescente está descobrindo o que é ser adulto, mas não está plenamente pronto para exercer as atividades e assumir as responsabilidades de ser adulto. Assim sendo ele procura exemplos, de pessoas próximas ou não - ídolos artísticos ou esportivos, entre outros - para construir seu caráter e seu comportamento.
Também é visível a necessidade do adolescente de contrariar a vontade ou as idéias dos pais. Esse comportamento opositor aos pais acontece em decorrência da necessidade do adolescente de separar-se dos pais, ser diferente deles, para construir sua própria identidade como pessoa. Ao mesmo tempo, o adolescente pode não se ver capaz ainda de se separar desses pais, gerando então nele um sentimento de medo. De um lado a necessidade de separar-se dos pais para ser um indivíduo diferente e de outro lado a dificuldade de assumir a posição adulta (com suas responsabilidades e desejos) levam o adolescente a uma fase de intensa confusão de sentimentos, com uma constante mudança de opiniões e metas, e com um comportamento bastante impulsivo.
Embora haja grande quantidade de conhecimento existente hoje sobre esse assunto, é necessário alertar que muitos dos comportamentos atípicos manifestados pelos adolescentes podem apenas ser uma busca por sua identidade, e não uma doença mental específica.
Cabe também lembrar que muitas vezes os adolescentes necessitam de ajuda profissional nesse processo de "ser adulto", o qual, mesmo não se constituindo em doença mental, pode constituir-se em sofrimento para o adolescente, podendo ele beneficiar-se, e muito, de intervenções psicológicas.
Dentre os transtornos mais comuns vistos na adolescência, destacam-se os seguintes:
Transtornos do Humor
É o grupo onde se incluem as doenças depressivas, de certo modo comuns na adolescência, acompanhadas das mais diversas manifestações. Podem apresentar humor deprimido (tristeza) acentuado ou irritabilidade (que por si só pode ser manifestação normal da adolescência), perda de interesse ou prazer em suas atividades, perda ou ganho de peso, insônia ou excesso de sono e abuso de substâncias psicoativas (mais comumente álcool, porém até outras drogas). O tratamento desses transtornos envolve o uso de fármacos (antidepressivos), associados a psicoterapia.
Transtornos Alimentares
Onde se incluem a Bulimia (ataques de "comer" compulsivo seguidos, muitas vezes, do ato de vomitar) e Anorexia (diminuição intensa da ingesta de alimentos). A pessoa demonstra um "pavor" de engordar, tomando atitudes exageradas ou não necessárias para emagrecer, mantendo peso muito abaixo do esperado para ela. O tratamento desses transtornos envolve uma equipe multidisciplinar (psiquiatra, nutricionista), fármacos antidepressivos e psicoterapia, necessitando em alguns casos de intervenções na família.
Transtornos do Uso de Substâncias Psicoativas
O uso de drogas, como é conhecido, é um tipo de alteração de comportamento bastante visto na adolescência. A dependência de drogas, que é o transtorno mais grave desse grupo, manifesta-se pelo uso da substância associado a uma necessidade intensa de ter a droga, ausência de prazer nas atividades sem a droga e busca incessante da droga, muitas vezes envolvendo-se em situações ilegais ou de risco para se conseguir a mesma (roubo e tráfico). O tratamento envolve psicoterapia, educação familiar e alguns fármacos, por vezes necessitando internação hospitalar.
Transtornos de Conduta
Caracterizam-se por comportamentos repetitivos de contrariedade a normas e padrões sociais, conduta agressiva e desafiadora. Constitui-se em atitudes graves, sendo mais do que rebeldia adolescente e travessuras infantis normais. Essas pessoas envolvem-se em situações de ilegalidade e violações do direito de outras pessoas. Aparecem roubos, destruição de patrimônio alheio, brigas, crueldade e desobediência intensa como algumas das manifestações. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se utilizar alguns fármacos no controle da impulsividade desses pacientes. São transtornos de difícil manejo, e muitas vezes necessitam de intervenções familiares e sociais.
Transtornos de Ansiedade
Os transtornos de ansiedade incluem desde a ansiedade de separação e a fobia escolar, condições que ocorrem quase que exclusivamente na infância, até o transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, síndrome do pânico e fobias. Pessoas que vivem com um grau muito intenso de ansiedade podem chegar a ter prejuízos no seu funcionamento, por exemplo social, em decorrência dessa ansiedade. Além de causar importante sofrimento físico e psicológico, as conseqüências dos sintomas ansiosos costumam ser desmoralizantes e incapacitantes em mais de uma esfera, como por exemplo social, ocupacional, escolar e familiar. Os sintomas podem iniciar tanto na infância quanto na adolescência , e podem ser tanto primários, quanto secundários ou ocorrerem em comorbidade com outros sintomas psiquiátricos. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se recorrer a alguns fármacos como coadjuvantes.
Transtornos de Ansiedade
Pessoas que vivem com um grau muito intenso de ansiedade, chegando a ter prejuízos no seu funcionamento, por exemplo social, em decorrência dessa ansiedade. Pode aparecer na adolescência sob a forma de ansiedade de separação, geralmente dos pais, aparecendo em adolescentes que não conseguem manter atividades sem a presença dos mesmos. São extremamente tímidos, e muitas vezes, não conseguem obter prazer em quase nenhuma atividade fora de casa. O tratamento envolve basicamente psicoterapia, podendo-se recorrer a alguns fármacos como coadjuvantes.
Transtornos Psicóticos
Nessa fase da vida muitos transtornos psicóticos, por exemplo a esquizofrenia, iniciam suas manifestações. Esses transtornos são graves, muitas vezes necessitam internação hospitalar e são caracterizados por comportamentos e pensamentos muito bizarros e distorcidos frente a realidade. O tratamento baseia-se em tratamento medicamentoso com o uso de antipsicóticos e psicoterapia de apoio. São transtornos, em sua maioria, cronificantes, principalmente se não tratados.
Suicídio na Adolescência
Muitos transtornos da adolescência podem se manifestar com comportamento suicida. Tentativas ou ameaças de suicídio podem aparecer. Alguns comportamentos de exposição e risco (dirigir em alta velocidade ou embriagado, envolvimento em brigas ou em atividades de risco, entre outras) também podem ser sinais de comportamento suicida na adolescência, mesmo sem a manifestação explícita dessa intenção. O comportamento impulsivo do adolescente, acarreta um risco maior de tentativas de suicídio mesmo na ausência de sintomas depressivos ou uma clara ideação suicida, o que torna o adolescente muito mais vulnerável a este tipo de comportamento.
Cuidados a tomar na Avaliação Diagnóstica
São muitas as possibilidades de transtornos mentais nessa fase da vida, mas todas as situações devem ser muito bem avaliadas antes de se fechar um diagnóstico, principalmente na adolescência. Além das dificuldades pessoais dos adolescentes e de sua intensa modificação corporal e mental, o que por si só já pode gerar comportamentos e sentimentos de inadequação, suas atitudes podem ainda refletir problemáticas familiares. Assim sendo, sem uma devida avaliação do adolescente é, no mínimo imprudente, caracterizá-lo como tendo uma doença mental específica.
Nelson Luiz Raspes – Psicólogo e Palestrante
CRP: 06/45396-2
Tel: 9823-6736 / 8090-6398
E-mail: nelsonlraspes@uol.com.br
Blog: www.nelsonpsico.blogspot.com
A CRIATIVIDADE E A TERCEIRA IDADE:
CRIATIVIDADE: REDESCOBRINDO A CRIANÇA QUE EXISTE EM VOCÊ
SIM, nós podemos ser criativos de forma deliberada.
SIM, nós podemos utilizar muito mais de nossa capacidade mental.
SIM, nós podemos melhorar nosso nível de vida através do uso de diferentes inteligências que possuímos, e que, na maior parte dos casos, nem sequer conhecemos.
SIM, nós podemos dirigir nosso processo de evolução na direção da maestria pessoal, através do aprendizado de técnicas específicas, e do trabalho consciente em busca da pretendida mudança.
SIM, todos somos criativos, de uma forma ou de outra. Não há crianças estúpidas. Nós a fazemos acreditar nisso pela nossa própria ignorância do que somos.
Estamos falando de desenvolvimento de criatividade. Estamos falando de uso de potencial criativo. Estamos falando de estímulo e controle deste potencial. Já é de comum acordo entre cientistas que nós utilizamos apenas uma pequena fração do nosso potencial cerebral. Daí vem à pergunta:
Quanto você realmente utiliza seu cérebro, em termos de porcentagem?
Você já parou para pensar nisso? 30%,20%,10% ?
Antes de responder a esta pergunta, devemos definir como se chegou às últimas estimativas.
Nosso cérebro possui, no mínimo, 1.000.000.000.000 de neurônios, ou células nervosas. Isto mesmo, um milhão de milhões, ou um trilhão, ou um montão! Os neurônios são responsáveis pelo processamento e armazenamento das informações. Estes mesmos neurônios se ligam uns aos outros numa complicada rede. Cada neurônio pode se conectar a outros 100.000, na melhor das hipóteses. Que bela vizinhança. Pois bem, o potencial cerebral tem uma relação direta com o número de recombinações possíveis entre os nossos neurônios. Qual será o número de recombinações possíveis? Para termos idéia deste número, façamos uma comparação. O número de átomos do Universo é 10elevado à potência de 99, ou seja, 1seguido de 100 zeros. Este número é pequeno perto do número de recombinações possíveis entre neurônios.
Nós podemos efetuar 10elevado a 799 (1seguido de 800 zeros) recombinações entre os nossos neurônios. Assustador, não?
Se considerarmos este número, automaticamente perceberemos que não usamos mais do que 0,01% do nosso potencial. E o que é pior, esta estimativa é de 1974. Logo após este cálculo, um cientista russo, de nome Pyotr Anokhin, concluiu, após anos de exaustivo estudo do cérebro e de suas funções, que se fôssemos escrever o número correspondente às recombinações possíveis entre neurônios, ele teria o comprimento de 10,5 milhões de quilômetros, num manuscrito tradicional.
CONCLUSÃO: nós usamos uma mísera parcela do nosso potencial. É claro que podemos usar mais, tudo depende da nossa predisposição e esforço conscientes para compreender como funcionamos e usamos este conhecimento em nosso favor, para ampliar nosso potencial criativo!
Mas então.O que é criatividade /
Criatividade é uma maneira de ver a vida como se ela tivesse recém começado. É, em tudo aquilo que você faz, não deixa adormecer os seus sentidos e procurar estar atento a todas as coisas que acontecem. Criatividade é um pouco de exercício de vida e atenção pela vida.
A Criatividade é inerente ao ser humano?
Todo mundo é criativo, o que acontece é que as circunstâncias vão bitolando, enquadrando e impedindo a pessoa de desenvolver esse tipo de coisa. No fundo as pessoas tem medo de se expor. Muitos estudam este assunto agora. O processo industrial, o processo moderno de civilização, vai criando guetos e as pessoas vão se encaixando dentro deles, e aí acabam ficando prisioneiras, dentro de gaiolas imaginárias.
Como desenvolver uma atitude criativa?
O jornal, a TV e a mídia massificam, fazendo com que a maioria das pessoas enxerguem de maneira bitolada as coisas. Então, às vezes, é preciso ter uma visão marginal, mas libertadora do que uma visão institucionalizada e regrada. Temos que nos libertar dos valores e princípios limitadores da época em que vivemos, temos que deixar a criança e a emoção falar mais alto em nossos corações!
E como despertar nossa criança interior? Como buscar seu auxílio em um mundo tão conturbado, onde impera a lógica e a razão?
Intuição, também podemos chamar de premonição, pressentimento, aviso, presságio, insight, inspiração, prenúncio, augúrio, voz interior, ou mais modernamente “vibrações”, etc.
Pessoas bem sucedidas, nas mais diferentes artes, ciências, finanças, etc, utilizam-se intensamente da intuição. Todavia parte das pessoas tratam-na com descrédito e raramente a discutem. A sociedade valoriza em excesso a razão, em detrimento da intuição, fazendo com que as pessoas se envergonhem, e até mesmo não admitam a existência de um “sexto sentido”.
Todos nós, mesmo os mais céticos, podemos nos lembrar de pelo menos uma vez em nossas vidas, que utilizamos com sucesso a nossa intuição.
Nossa intuição ao se manifestar, não considera uma evidência lógica e concreta, como nosso lado consciente, ao contrário, nossa rede de percepção intuitiva recolhe dados não verbais, por isso mesmo não fazem parte do conhecimento consciente. Quando alguma parte desse “conhecimento” torna-se acessível ou consciente, têm-se os fenômenos da intuição. Assim fica fácil perceber que temos dois sistemas diferentes de percepção: o consciente e o intuitivo, de modo que ao observarmos algo, com nosso sistema de percepção consciente, o que vemos é intensamente influenciado pela nossa cultura, educação, religião, etc.
No entanto, nosso sistema intuitivo não leva em conta nada disso, ao captar e armazenar informações. O sistema intuitivo trabalha de maneira ininterrupta, durante toda a nossa vida, ele não adormece, ao contrário do nosso consciente. Todo este vasto material está presente em nossos atos e pensamentos, pois o tempo todo o sistema intuitivo envia mensagens ao consciente através dos símbolos, sonhos e sentimentos, tentando trazer “à tona” as informações armazenadas.
Onde está o bloqueio então?
Se nos recordarmos, veremos que nos ensinaram a ignorar a intuição, podando sensivelmente a nossa capacidade criativa e de sucesso.
A grande ferramenta do homem de final de milênio é sua capacidade criativa, capacidade de superar obstáculos. Ao observarmos os trabalhos de pessoas geniais, veremos que a capacidade criativa estava ligada ao fato de haver uma perfeita combinação do uso do sistema intuitivo e consciente, um manancial de idéias brota desta combinação. Ao sermos receptivos à nossa intuição, melhoramos enormemente a nossa capacidade criativa e assim somos capazes de acessar nossa criança interior, que com certeza nos ajudará a lidar com os problemas do cotidiano e na busca da alegria e satisfação que podemos extrair de nossa própria vida.
Só Tem Cérebro Saudável Quem se Exercita
A idéia de que a massa cinzenta do cérebro envelhece não é verdadeira...
De fato, embora novos neurônios não cresçam em seres humanos adultos, ao contrário do que acontece com bebês, os pesquisadores já estão convencidos que o contínuo exercício mental faz com que ocorra o crescimento de novas ligações chamadas dendritos e sinapses. Certamente, esse crescimento pode, inclusive proteger o cérebro contra o desenvolvimento de sintomas precoces de envelhecimento.
Essa e outras conclusões importantes surgiram após o estudo do cérebro de freiras. Ocorre que as Irmãs Educacionais de Notre Dame (EUA) doaram os seus cérebros para exames póstumos. Essas análises evidenciaram que as freias com vida educacional e intelectual mais elevada não sofreram doenças como, por exemplo, o mal de Alzheimer.
Aliás, na autópsia de uma freira de 102 anos de idade, os neuropatologistas da Universidade de Kentucky descobriram que seu cérebro estava repleto de placas de proteínas da doen, a de Alzheimer, entretanto, ela nunca tinha apresentado os sintomas externos durante a vida, graças, provavelmente, ao seu trabalho; ela ocupava uma das mais elevadas funções mentais da ordem. Porém, com tudo isso, não se quer vender a idéia de que as pessoas idosas jamais esquecerão nomes de ruas, cidades, pessoas, objetos ou números de telefones, datas, valores a pagar, etc...
De fato, nas pessoas idosas saudáveis, ocorrem lapsos de memória que podem ser sutis, triviais e até irreversíveis.
É, porém, errônea a idéia de que o envelhecimento significa o aparecimento de uma doença no cérebro...
A perda da memória no envelhecimento normal não é profunda; o que acontece é uma desaceleração semelhante ao uso de um computador antigo, ou seja, ele funciona bem, porém demora mais!
Entretanto, mesmo para os mais velhos, existem coisas que continuam a crescer, como por exemplo, o vocabulário, isso ocorrerá por toda a vida!
Naturalmente, dependendo do esporte, os atletas atingem o seu auge entre 20 e 30 anos. Já os diplomatas, músicos clássicos e artistas chegam ao ápice bem mais tarde. Isso não quer dizer que K.W. Churchill, M. Ghandi, Picasso, entre outros, nos últimos anos de vida estivessem incapacitados de gerar novas idéias e apresentar conceitos extremamente avançados.
Estudos realizados em voluntários classificaram a capacidade em cinco partes: vocabulário passivo, capacidade numérica, capacidade espacial e raciocínio indutivo e embora todas essas qualidades declinem em potencial a partir dos 60 anos, mesmo perto dos 90 nenhuma das pessoas estudadas demonstrou queda em todas elas! O diretor do Centro de Gerontologia da Universidade do Estado da Pensilvânia, Warner Schaie, diz inclusive que os estudos mostram que, com treinamento e exercício, as pessoas com 70 ou 80 anos podem aguçar a sua capacidade mental, como a orientação espacial ou de raciocínio indutivo, que tenha falhado anteriormente.
Não é por acaso que estão se desenvolvendo e florescendo por toda à parte, as escolas de 3a Idade ou com a denominação mais carinhosa “Centros de Treinamento e Exercitação Cerebral para Masters”.
Hoje, sabe-se que o tronco cerebral tem uma área de formação reticular que está ligada de forma a possibilitar reações seletivas ao novo e ao exótico.
Na realidade, trata-se de um mecanismo que possibilitou a sobrevivência dos seres humanos desde o início dos tempos, que assim permaneceram atentos e a espreita de predadores.
É necessário continuamente, estimular as pessoas à não apenas permanecerem ativas, mas também a adotarem novos objetivos para a própria vida.
Não se pode pensar nunca em se aposentar e há quem diga que o ideal no decurso da vida é ter passado por pelo menos sete profissões ou aptidões diferentes. Essa última recomendação é de uma pesquisadora do porte da doutora Marion Diamond e do seu marido, o pesquisador e diretor do Instituto de Pesquisa do Cérebro da Universidade da Califórnia, Arnold Scheibel. Por sinal, Scheibel decidiu que deve aprender a fazer esculturas junto com sua esposa.
E você, o que vai aprender nos próximos 10 meses? Falar alemão, dançar bem tango ou outras danças, ser hábil navegador, entender de história, tornar-se um expert em informática?
Ótimo! É assim mesmo que todo ser humano deve proceder para ter seu cérebro cada vez mais saudável. As pessoas não devem ir apenas à academia de ginástica onde exercitam seus músculos e ossos. Elas devem também exercitar continuamente seu cérebro e uma das formas mais eficazes é ler continuamente sobre os mais variados assuntos.
Uma mente ativa ou vital é como uma árvore com vasta folhagem comparada a outra com apenas algumas dezenas de folhas ou até nenhuma, mostrando que para ela é “inverno”.
Ninguém pode esquecer que a maior parte das árvores se recuperam após o inverno; porém, se você não exercitar seu cérebro, ele ficará como uma árvore seca...
Então seja como uma árvore tropical, renove (ou amplie) durante muito tempo o número de folhas...
BIBLIOGRAFIA : Use both sides of your brain,Tony Buzan Dutton Books,USA
Revista Lummi – DVS Editora – números 01,03 e 04
CRIATIVIDADE: REDESCOBRINDO A CRIANÇA QUE EXISTE EM VOCÊ
SIM, nós podemos ser criativos de forma deliberada.
SIM, nós podemos utilizar muito mais de nossa capacidade mental.
SIM, nós podemos melhorar nosso nível de vida através do uso de diferentes inteligências que possuímos, e que, na maior parte dos casos, nem sequer conhecemos.
SIM, nós podemos dirigir nosso processo de evolução na direção da maestria pessoal, através do aprendizado de técnicas específicas, e do trabalho consciente em busca da pretendida mudança.
SIM, todos somos criativos, de uma forma ou de outra. Não há crianças estúpidas. Nós a fazemos acreditar nisso pela nossa própria ignorância do que somos.
Estamos falando de desenvolvimento de criatividade. Estamos falando de uso de potencial criativo. Estamos falando de estímulo e controle deste potencial. Já é de comum acordo entre cientistas que nós utilizamos apenas uma pequena fração do nosso potencial cerebral. Daí vem à pergunta:
Quanto você realmente utiliza seu cérebro, em termos de porcentagem?
Você já parou para pensar nisso? 30%,20%,10% ?
Antes de responder a esta pergunta, devemos definir como se chegou às últimas estimativas.
Nosso cérebro possui, no mínimo, 1.000.000.000.000 de neurônios, ou células nervosas. Isto mesmo, um milhão de milhões, ou um trilhão, ou um montão! Os neurônios são responsáveis pelo processamento e armazenamento das informações. Estes mesmos neurônios se ligam uns aos outros numa complicada rede. Cada neurônio pode se conectar a outros 100.000, na melhor das hipóteses. Que bela vizinhança. Pois bem, o potencial cerebral tem uma relação direta com o número de recombinações possíveis entre os nossos neurônios. Qual será o número de recombinações possíveis? Para termos idéia deste número, façamos uma comparação. O número de átomos do Universo é 10elevado à potência de 99, ou seja, 1seguido de 100 zeros. Este número é pequeno perto do número de recombinações possíveis entre neurônios.
Nós podemos efetuar 10elevado a 799 (1seguido de 800 zeros) recombinações entre os nossos neurônios. Assustador, não?
Se considerarmos este número, automaticamente perceberemos que não usamos mais do que 0,01% do nosso potencial. E o que é pior, esta estimativa é de 1974. Logo após este cálculo, um cientista russo, de nome Pyotr Anokhin, concluiu, após anos de exaustivo estudo do cérebro e de suas funções, que se fôssemos escrever o número correspondente às recombinações possíveis entre neurônios, ele teria o comprimento de 10,5 milhões de quilômetros, num manuscrito tradicional.
CONCLUSÃO: nós usamos uma mísera parcela do nosso potencial. É claro que podemos usar mais, tudo depende da nossa predisposição e esforço conscientes para compreender como funcionamos e usamos este conhecimento em nosso favor, para ampliar nosso potencial criativo!
Mas então.O que é criatividade /
Criatividade é uma maneira de ver a vida como se ela tivesse recém começado. É, em tudo aquilo que você faz, não deixa adormecer os seus sentidos e procurar estar atento a todas as coisas que acontecem. Criatividade é um pouco de exercício de vida e atenção pela vida.
A Criatividade é inerente ao ser humano?
Todo mundo é criativo, o que acontece é que as circunstâncias vão bitolando, enquadrando e impedindo a pessoa de desenvolver esse tipo de coisa. No fundo as pessoas tem medo de se expor. Muitos estudam este assunto agora. O processo industrial, o processo moderno de civilização, vai criando guetos e as pessoas vão se encaixando dentro deles, e aí acabam ficando prisioneiras, dentro de gaiolas imaginárias.
Como desenvolver uma atitude criativa?
O jornal, a TV e a mídia massificam, fazendo com que a maioria das pessoas enxerguem de maneira bitolada as coisas. Então, às vezes, é preciso ter uma visão marginal, mas libertadora do que uma visão institucionalizada e regrada. Temos que nos libertar dos valores e princípios limitadores da época em que vivemos, temos que deixar a criança e a emoção falar mais alto em nossos corações!
E como despertar nossa criança interior? Como buscar seu auxílio em um mundo tão conturbado, onde impera a lógica e a razão?
Intuição, também podemos chamar de premonição, pressentimento, aviso, presságio, insight, inspiração, prenúncio, augúrio, voz interior, ou mais modernamente “vibrações”, etc.
Pessoas bem sucedidas, nas mais diferentes artes, ciências, finanças, etc, utilizam-se intensamente da intuição. Todavia parte das pessoas tratam-na com descrédito e raramente a discutem. A sociedade valoriza em excesso a razão, em detrimento da intuição, fazendo com que as pessoas se envergonhem, e até mesmo não admitam a existência de um “sexto sentido”.
Todos nós, mesmo os mais céticos, podemos nos lembrar de pelo menos uma vez em nossas vidas, que utilizamos com sucesso a nossa intuição.
Nossa intuição ao se manifestar, não considera uma evidência lógica e concreta, como nosso lado consciente, ao contrário, nossa rede de percepção intuitiva recolhe dados não verbais, por isso mesmo não fazem parte do conhecimento consciente. Quando alguma parte desse “conhecimento” torna-se acessível ou consciente, têm-se os fenômenos da intuição. Assim fica fácil perceber que temos dois sistemas diferentes de percepção: o consciente e o intuitivo, de modo que ao observarmos algo, com nosso sistema de percepção consciente, o que vemos é intensamente influenciado pela nossa cultura, educação, religião, etc.
No entanto, nosso sistema intuitivo não leva em conta nada disso, ao captar e armazenar informações. O sistema intuitivo trabalha de maneira ininterrupta, durante toda a nossa vida, ele não adormece, ao contrário do nosso consciente. Todo este vasto material está presente em nossos atos e pensamentos, pois o tempo todo o sistema intuitivo envia mensagens ao consciente através dos símbolos, sonhos e sentimentos, tentando trazer “à tona” as informações armazenadas.
Onde está o bloqueio então?
Se nos recordarmos, veremos que nos ensinaram a ignorar a intuição, podando sensivelmente a nossa capacidade criativa e de sucesso.
A grande ferramenta do homem de final de milênio é sua capacidade criativa, capacidade de superar obstáculos. Ao observarmos os trabalhos de pessoas geniais, veremos que a capacidade criativa estava ligada ao fato de haver uma perfeita combinação do uso do sistema intuitivo e consciente, um manancial de idéias brota desta combinação. Ao sermos receptivos à nossa intuição, melhoramos enormemente a nossa capacidade criativa e assim somos capazes de acessar nossa criança interior, que com certeza nos ajudará a lidar com os problemas do cotidiano e na busca da alegria e satisfação que podemos extrair de nossa própria vida.
Só Tem Cérebro Saudável Quem se Exercita
A idéia de que a massa cinzenta do cérebro envelhece não é verdadeira...
De fato, embora novos neurônios não cresçam em seres humanos adultos, ao contrário do que acontece com bebês, os pesquisadores já estão convencidos que o contínuo exercício mental faz com que ocorra o crescimento de novas ligações chamadas dendritos e sinapses. Certamente, esse crescimento pode, inclusive proteger o cérebro contra o desenvolvimento de sintomas precoces de envelhecimento.
Essa e outras conclusões importantes surgiram após o estudo do cérebro de freiras. Ocorre que as Irmãs Educacionais de Notre Dame (EUA) doaram os seus cérebros para exames póstumos. Essas análises evidenciaram que as freias com vida educacional e intelectual mais elevada não sofreram doenças como, por exemplo, o mal de Alzheimer.
Aliás, na autópsia de uma freira de 102 anos de idade, os neuropatologistas da Universidade de Kentucky descobriram que seu cérebro estava repleto de placas de proteínas da doen, a de Alzheimer, entretanto, ela nunca tinha apresentado os sintomas externos durante a vida, graças, provavelmente, ao seu trabalho; ela ocupava uma das mais elevadas funções mentais da ordem. Porém, com tudo isso, não se quer vender a idéia de que as pessoas idosas jamais esquecerão nomes de ruas, cidades, pessoas, objetos ou números de telefones, datas, valores a pagar, etc...
De fato, nas pessoas idosas saudáveis, ocorrem lapsos de memória que podem ser sutis, triviais e até irreversíveis.
É, porém, errônea a idéia de que o envelhecimento significa o aparecimento de uma doença no cérebro...
A perda da memória no envelhecimento normal não é profunda; o que acontece é uma desaceleração semelhante ao uso de um computador antigo, ou seja, ele funciona bem, porém demora mais!
Entretanto, mesmo para os mais velhos, existem coisas que continuam a crescer, como por exemplo, o vocabulário, isso ocorrerá por toda a vida!
Naturalmente, dependendo do esporte, os atletas atingem o seu auge entre 20 e 30 anos. Já os diplomatas, músicos clássicos e artistas chegam ao ápice bem mais tarde. Isso não quer dizer que K.W. Churchill, M. Ghandi, Picasso, entre outros, nos últimos anos de vida estivessem incapacitados de gerar novas idéias e apresentar conceitos extremamente avançados.
Estudos realizados em voluntários classificaram a capacidade em cinco partes: vocabulário passivo, capacidade numérica, capacidade espacial e raciocínio indutivo e embora todas essas qualidades declinem em potencial a partir dos 60 anos, mesmo perto dos 90 nenhuma das pessoas estudadas demonstrou queda em todas elas! O diretor do Centro de Gerontologia da Universidade do Estado da Pensilvânia, Warner Schaie, diz inclusive que os estudos mostram que, com treinamento e exercício, as pessoas com 70 ou 80 anos podem aguçar a sua capacidade mental, como a orientação espacial ou de raciocínio indutivo, que tenha falhado anteriormente.
Não é por acaso que estão se desenvolvendo e florescendo por toda à parte, as escolas de 3a Idade ou com a denominação mais carinhosa “Centros de Treinamento e Exercitação Cerebral para Masters”.
Hoje, sabe-se que o tronco cerebral tem uma área de formação reticular que está ligada de forma a possibilitar reações seletivas ao novo e ao exótico.
Na realidade, trata-se de um mecanismo que possibilitou a sobrevivência dos seres humanos desde o início dos tempos, que assim permaneceram atentos e a espreita de predadores.
É necessário continuamente, estimular as pessoas à não apenas permanecerem ativas, mas também a adotarem novos objetivos para a própria vida.
Não se pode pensar nunca em se aposentar e há quem diga que o ideal no decurso da vida é ter passado por pelo menos sete profissões ou aptidões diferentes. Essa última recomendação é de uma pesquisadora do porte da doutora Marion Diamond e do seu marido, o pesquisador e diretor do Instituto de Pesquisa do Cérebro da Universidade da Califórnia, Arnold Scheibel. Por sinal, Scheibel decidiu que deve aprender a fazer esculturas junto com sua esposa.
E você, o que vai aprender nos próximos 10 meses? Falar alemão, dançar bem tango ou outras danças, ser hábil navegador, entender de história, tornar-se um expert em informática?
Ótimo! É assim mesmo que todo ser humano deve proceder para ter seu cérebro cada vez mais saudável. As pessoas não devem ir apenas à academia de ginástica onde exercitam seus músculos e ossos. Elas devem também exercitar continuamente seu cérebro e uma das formas mais eficazes é ler continuamente sobre os mais variados assuntos.
Uma mente ativa ou vital é como uma árvore com vasta folhagem comparada a outra com apenas algumas dezenas de folhas ou até nenhuma, mostrando que para ela é “inverno”.
Ninguém pode esquecer que a maior parte das árvores se recuperam após o inverno; porém, se você não exercitar seu cérebro, ele ficará como uma árvore seca...
Então seja como uma árvore tropical, renove (ou amplie) durante muito tempo o número de folhas...
BIBLIOGRAFIA : Use both sides of your brain,Tony Buzan Dutton Books,USA
Revista Lummi – DVS Editora – números 01,03 e 04
FÉ, CORAGEM E CONFIANÇA.
Quem de nós, durante nossa passagem nesta vida física, não nos deparamos com situações conflitantes, situações estressantes, situações que nos obrigam a tomar decisões rápidas, situações de perda, seja material ou de um ente querido? E quantas vezes não passamos por isso? Se pararmos para pensar, diariamente nos vemos em pelo menos uma dessas ou em até todas elas ao mesmo tempo.
Por acaso, você é do tipo radical, extremista, acreditando que se devem resolver os problemas sem um pouco de flexibilidade?Ou você é do tipo que desconta nos outros situações que eles não tem nada a ver? Você é do tipo preocupado que perde noites de sono, que tem de trabalhar abusivamente para pagar as dívidas sem se permitir descansar e relaxar?
Se você se identificou com alguns dos exemplos citado o que pensou e sentiu sobre isso? Pensou o quanto é prejudicial a você? E nas conseqüências, físicas, mentais, emocionais e espirituais?
Todas essas situações nos trazem sentimentos de angústia, desespero, ansiedade, depressão; comportamentos compulsivos com comida, jogos, drogas, entre tantos outros comportamentos através de sentimentos e sensações dos quais não nos preparamos e muitas vezes nem temos maturidade de enfrentar.
Em seu livro intitulado “O Demônio do Meio Dia”, Andrew Solomon coloca que, por exemplo, a depressão é a doença do pensamento e que o processo depressivo traz conseqüentemente a perda da FÉ. Completando o que o autor afirma, eu sempre digo que as doenças geram depressão e a depressão gera doenças.
Mas façamos uma reflexão! Nós devemos ter consciência que todas essas situações estão testando a nossa capacidade de reação, nossa forma de encarar a vida, mas principalmente estão testando nossa FÉ, ou seja, o quanto cremos em nós mesmos e mais principalmente ainda em um Mestre que está olhando por nós 24 horas por dia, mas que temos por hábito de lembrar de sua existência nos momentos de maior conflito e em muitas situações não o agradecemos por sua ajuda.
O Mestre nos mostra, em várias passagens, uma série de ensinamentos através de situações das quais ele também foi colocado à prova pela população, por seus discípulos e em todas as situações nos ensinou vários sinônimos do que a FÉ representa, entre as quais destacamos:
> Sabedoria;
> Paciência;
> Confiança;
> Coragem;
> Inteligência;
> Amor.
É claro que se formos levantar outros atributos, levantaremos muito mais; mas Jesus, em sua Divina sabedoria nos ensina que também temos capacidade de desenvolver essas qualidades,em algum momento da vida, pois somos dotados de inúmeras capacidades das quais desconhecemos ou não valorizamos como deveríamos; muitas vezes enfatizamos mais os nossos defeitos do que nossas qualidades. O Universo nos oferece uma infinidade de possibilidades de crescimento.
Jesus ensina: “Se tivésseis fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: transporta-te daqui até lá, e ela se transportaria, e nada vos seria impossível”.
O que o Mestre quer nos dizer nesta passagem? De que somos capazes de enfrentar diversas situações; de que não devemos abaixar a cabeça;devemos crer em nossos potenciais.
Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas ou são ansiosas ou depressivas e apenas uma minoria tem pensamentos e sentimentos mais centrados, mais firmes. A maioria de nós quer respostas e soluções rápidas para nossos problemas e somos dependentes dos outros para que nos arrumem soluções e os culpamos quando não nos encontram aquilo que esperamos deles.
Um exemplo que nos mostra claramente que a Fé pode nos ajudar diz o seguinte:
“Quando Jesus saia da cidade de Jericó, acompanhado de seus discípulos, e de grande multidão, um cego de nome Bartimeu começou a chamá-lo em voz alta”:
- Jesus, tende compaixão de mim!
Algumas pessoas ordenaram-no que se calasse, mas o cego empolgado pelo desejo de ser beneficiado pelo Mestre, insistiu:
- Jesus, tem compaixão de mim!
Ouvindo-o, Jesus recomendou que o trouxessem à sua presença:
- Que queres que eu faça? Perguntou.
- Senhor, que eu veja!
Jesus estendeu a mão, tocando em seus olhos dizendo:
- A tua fé te salvou.
Neste mesmo instante, o cego voltou a enxergar e passa ao grupo acompanhando Jesus.”“.
Devemos pensar também que não dá para falar em fé sem citar o poder da oração como forma de acreditar e aumentar nosso poder da Fé, mas não é só orar por orar.
Para orar, devemos estar concentrados e com o pensamento no Mestre e acreditar que sua força vai nos fortalecer das negatividades do mundo, nos encorajar para enfrentar as adversidades da vida, mas também como forma de sermos mais otimistas, mais esperançosos.A fé, aliada à prece e à razão, pode remover montanhas.
Quando os discípulos pediram a Jesus que lhes aumentasse a fé, Jesus lhes respondeu:
- A fé não se compra nos templos de mercadores, nem na feira, não se dá por esmola, nem se adquire por herança ““.
A FÉ e a esperança nos permitem ter uma vida mais tranqüila, mais confiança em si mesmo e nas pessoas, ter certeza de que coisas boas acontecerão, nos fortalece para enfrentar problemas futuros, melhorando assim, nosso estado físico, mental, emocional e claro, espiritual.O poder da FÉ é infinito e inimaginável.
Para finalizar este bate papo, vale ainda ressaltar que devemos ser humildes e acreditar que cabe a nós procurar ajuda em todos os meios necessários para estarmos em sintonia com a Vida, com o mundo, com a Espiritualidade; se for o caso, procuremos ajuda de profissionais (médicos, psicólogos, etc) e que acreditemos que estes profissionais podem nos ajudar, mas cabe principalmente a nós, unicamente a nós mesmos nos ajudarmos, acreditarmos que podemos nos mudar interiormente em busca de uma melhor consciência e paz interior.Temos o Livre Arbítrio, mas devemos nos conscientizar de que:
“Ter fé, é ter certeza nos nossos destinos imortais, a certeza da vida e sua jornada após a morte física, que este Estado da alma nos convida para o Reino de Deus, onde existe justiça e amor”.
Quem de nós, durante nossa passagem nesta vida física, não nos deparamos com situações conflitantes, situações estressantes, situações que nos obrigam a tomar decisões rápidas, situações de perda, seja material ou de um ente querido? E quantas vezes não passamos por isso? Se pararmos para pensar, diariamente nos vemos em pelo menos uma dessas ou em até todas elas ao mesmo tempo.
Por acaso, você é do tipo radical, extremista, acreditando que se devem resolver os problemas sem um pouco de flexibilidade?Ou você é do tipo que desconta nos outros situações que eles não tem nada a ver? Você é do tipo preocupado que perde noites de sono, que tem de trabalhar abusivamente para pagar as dívidas sem se permitir descansar e relaxar?
Se você se identificou com alguns dos exemplos citado o que pensou e sentiu sobre isso? Pensou o quanto é prejudicial a você? E nas conseqüências, físicas, mentais, emocionais e espirituais?
Todas essas situações nos trazem sentimentos de angústia, desespero, ansiedade, depressão; comportamentos compulsivos com comida, jogos, drogas, entre tantos outros comportamentos através de sentimentos e sensações dos quais não nos preparamos e muitas vezes nem temos maturidade de enfrentar.
Em seu livro intitulado “O Demônio do Meio Dia”, Andrew Solomon coloca que, por exemplo, a depressão é a doença do pensamento e que o processo depressivo traz conseqüentemente a perda da FÉ. Completando o que o autor afirma, eu sempre digo que as doenças geram depressão e a depressão gera doenças.
Mas façamos uma reflexão! Nós devemos ter consciência que todas essas situações estão testando a nossa capacidade de reação, nossa forma de encarar a vida, mas principalmente estão testando nossa FÉ, ou seja, o quanto cremos em nós mesmos e mais principalmente ainda em um Mestre que está olhando por nós 24 horas por dia, mas que temos por hábito de lembrar de sua existência nos momentos de maior conflito e em muitas situações não o agradecemos por sua ajuda.
O Mestre nos mostra, em várias passagens, uma série de ensinamentos através de situações das quais ele também foi colocado à prova pela população, por seus discípulos e em todas as situações nos ensinou vários sinônimos do que a FÉ representa, entre as quais destacamos:
> Sabedoria;
> Paciência;
> Confiança;
> Coragem;
> Inteligência;
> Amor.
É claro que se formos levantar outros atributos, levantaremos muito mais; mas Jesus, em sua Divina sabedoria nos ensina que também temos capacidade de desenvolver essas qualidades,em algum momento da vida, pois somos dotados de inúmeras capacidades das quais desconhecemos ou não valorizamos como deveríamos; muitas vezes enfatizamos mais os nossos defeitos do que nossas qualidades. O Universo nos oferece uma infinidade de possibilidades de crescimento.
Jesus ensina: “Se tivésseis fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: transporta-te daqui até lá, e ela se transportaria, e nada vos seria impossível”.
O que o Mestre quer nos dizer nesta passagem? De que somos capazes de enfrentar diversas situações; de que não devemos abaixar a cabeça;devemos crer em nossos potenciais.
Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas ou são ansiosas ou depressivas e apenas uma minoria tem pensamentos e sentimentos mais centrados, mais firmes. A maioria de nós quer respostas e soluções rápidas para nossos problemas e somos dependentes dos outros para que nos arrumem soluções e os culpamos quando não nos encontram aquilo que esperamos deles.
Um exemplo que nos mostra claramente que a Fé pode nos ajudar diz o seguinte:
“Quando Jesus saia da cidade de Jericó, acompanhado de seus discípulos, e de grande multidão, um cego de nome Bartimeu começou a chamá-lo em voz alta”:
- Jesus, tende compaixão de mim!
Algumas pessoas ordenaram-no que se calasse, mas o cego empolgado pelo desejo de ser beneficiado pelo Mestre, insistiu:
- Jesus, tem compaixão de mim!
Ouvindo-o, Jesus recomendou que o trouxessem à sua presença:
- Que queres que eu faça? Perguntou.
- Senhor, que eu veja!
Jesus estendeu a mão, tocando em seus olhos dizendo:
- A tua fé te salvou.
Neste mesmo instante, o cego voltou a enxergar e passa ao grupo acompanhando Jesus.”“.
Devemos pensar também que não dá para falar em fé sem citar o poder da oração como forma de acreditar e aumentar nosso poder da Fé, mas não é só orar por orar.
Para orar, devemos estar concentrados e com o pensamento no Mestre e acreditar que sua força vai nos fortalecer das negatividades do mundo, nos encorajar para enfrentar as adversidades da vida, mas também como forma de sermos mais otimistas, mais esperançosos.A fé, aliada à prece e à razão, pode remover montanhas.
Quando os discípulos pediram a Jesus que lhes aumentasse a fé, Jesus lhes respondeu:
- A fé não se compra nos templos de mercadores, nem na feira, não se dá por esmola, nem se adquire por herança ““.
A FÉ e a esperança nos permitem ter uma vida mais tranqüila, mais confiança em si mesmo e nas pessoas, ter certeza de que coisas boas acontecerão, nos fortalece para enfrentar problemas futuros, melhorando assim, nosso estado físico, mental, emocional e claro, espiritual.O poder da FÉ é infinito e inimaginável.
Para finalizar este bate papo, vale ainda ressaltar que devemos ser humildes e acreditar que cabe a nós procurar ajuda em todos os meios necessários para estarmos em sintonia com a Vida, com o mundo, com a Espiritualidade; se for o caso, procuremos ajuda de profissionais (médicos, psicólogos, etc) e que acreditemos que estes profissionais podem nos ajudar, mas cabe principalmente a nós, unicamente a nós mesmos nos ajudarmos, acreditarmos que podemos nos mudar interiormente em busca de uma melhor consciência e paz interior.Temos o Livre Arbítrio, mas devemos nos conscientizar de que:
“Ter fé, é ter certeza nos nossos destinos imortais, a certeza da vida e sua jornada após a morte física, que este Estado da alma nos convida para o Reino de Deus, onde existe justiça e amor”.
ALCOOLISMO: VOCÊ CONHECE OS SINAIS?
1) Após beber, você já notou um aumento nos batimentos cardíacos ou palpitação no peito?
2) Ao falar com outras pessoas, você não consegue estimar o quanto realmente já consumiu de álcool?
3) O álcool faz você ficar sonolento a ponto de dormir freqüentemente em qualquer lugar?
4) Após algumas doses, às vezes você perde o apetite?
5) Tomar algumas doses, ajuda a diminuir sua agitação ou tremores?
6) O álcool às vezes dificulta a lembrança de fatos recentes (do dia ou da noite)?
7) Você segue alguma regra, como nunca beber antes de uma certa hora do dia?
8) Você perdeu o interesse em hobbies ou atividades que costumava realizar?
9) De manhã, ao levantar, você já teve problemas para lembrar de momentos da noite passada?
10) Beber um pouco ajuda você a dormir?
11) Você esconde bebidas de seus familiares?
12) Após uma reunião social, você já se sentiu embaraçado por ter bebido demais?
13) Você já ficou preocupado pelo fato do álcool ser prejudicial à saúde?
14) Você gosta de terminar a noite com uma dose de álcool?
15) Você percebeu um aumento no consumo de bebidas após a morte de algum familiar ou ente querido?
16) Em geral, você prefere tomar algumas doses em casa a sair para algum evento social?
17) Você está bebendo mais agora que no passado?
18) Você costuma beber para relaxar ou acalmar os nervos?
19) Você bebe para manter sua mente livre dos problemas?
20) Você já aumentou o consumo de álcool após uma experiência de perda em sua vida?
21) Às vezes você dirige após ter bebido demais?
22) Algumas vezes um médico ou enfermeira já disse estar preocupado com o seu consumo de álcool?
23) Você já fez regras para controlar seu consumo de álcool?
24) Ao sentir-se sozinho, você bebe para aliviar-se?
OBS: Cinco ou mais respostas “sim” podem indicar problemas com álcool.
1) Após beber, você já notou um aumento nos batimentos cardíacos ou palpitação no peito?
2) Ao falar com outras pessoas, você não consegue estimar o quanto realmente já consumiu de álcool?
3) O álcool faz você ficar sonolento a ponto de dormir freqüentemente em qualquer lugar?
4) Após algumas doses, às vezes você perde o apetite?
5) Tomar algumas doses, ajuda a diminuir sua agitação ou tremores?
6) O álcool às vezes dificulta a lembrança de fatos recentes (do dia ou da noite)?
7) Você segue alguma regra, como nunca beber antes de uma certa hora do dia?
8) Você perdeu o interesse em hobbies ou atividades que costumava realizar?
9) De manhã, ao levantar, você já teve problemas para lembrar de momentos da noite passada?
10) Beber um pouco ajuda você a dormir?
11) Você esconde bebidas de seus familiares?
12) Após uma reunião social, você já se sentiu embaraçado por ter bebido demais?
13) Você já ficou preocupado pelo fato do álcool ser prejudicial à saúde?
14) Você gosta de terminar a noite com uma dose de álcool?
15) Você percebeu um aumento no consumo de bebidas após a morte de algum familiar ou ente querido?
16) Em geral, você prefere tomar algumas doses em casa a sair para algum evento social?
17) Você está bebendo mais agora que no passado?
18) Você costuma beber para relaxar ou acalmar os nervos?
19) Você bebe para manter sua mente livre dos problemas?
20) Você já aumentou o consumo de álcool após uma experiência de perda em sua vida?
21) Às vezes você dirige após ter bebido demais?
22) Algumas vezes um médico ou enfermeira já disse estar preocupado com o seu consumo de álcool?
23) Você já fez regras para controlar seu consumo de álcool?
24) Ao sentir-se sozinho, você bebe para aliviar-se?
OBS: Cinco ou mais respostas “sim” podem indicar problemas com álcool.
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