terça-feira, 22 de setembro de 2009

ALCOOLISMO: VOCÊ CONHECE OS SINAIS?

1) Após beber, você já notou um aumento nos batimentos cardíacos ou palpitação no peito?
2) Ao falar com outras pessoas, você não consegue estimar o quanto realmente já consumiu de álcool?
3) O álcool faz você ficar sonolento a ponto de dormir freqüentemente em qualquer lugar?
4) Após algumas doses, às vezes você perde o apetite?
5) Tomar algumas doses, ajuda a diminuir sua agitação ou tremores?
6) O álcool às vezes dificulta a lembrança de fatos recentes (do dia ou da noite)?
7) Você segue alguma regra, como nunca beber antes de uma certa hora do dia?
8) Você perdeu o interesse em hobbies ou atividades que costumava realizar?
9) De manhã, ao levantar, você já teve problemas para lembrar de momentos da noite passada?
10) Beber um pouco ajuda você a dormir?
11) Você esconde bebidas de seus familiares?
12) Após uma reunião social, você já se sentiu embaraçado por ter bebido demais?
13) Você já ficou preocupado pelo fato do álcool ser prejudicial à saúde?
14) Você gosta de terminar a noite com uma dose de álcool?
15) Você percebeu um aumento no consumo de bebidas após a morte de algum familiar ou ente querido?
16) Em geral, você prefere tomar algumas doses em casa a sair para algum evento social?
17) Você está bebendo mais agora que no passado?
18) Você costuma beber para relaxar ou acalmar os nervos?
19) Você bebe para manter sua mente livre dos problemas?
20) Você já aumentou o consumo de álcool após uma experiência de perda em sua vida?
21) Às vezes você dirige após ter bebido demais?
22) Algumas vezes um médico ou enfermeira já disse estar preocupado com o seu consumo de álcool?
23) Você já fez regras para controlar seu consumo de álcool?
24) Ao sentir-se sozinho, você bebe para aliviar-se?
OBS: Cinco ou mais respostas “sim” podem indicar problemas com álcool.

sábado, 19 de setembro de 2009

TEMPO: AUTO-ESTIMA E MATURIDADE


O Tempo me ensinou que perdi muito tempo pensando no passado que não volta mais e do futuro, imaginando como estarei/ou como serei.

O Tempo me ensinou que me dei conta dos sentimentos ruins que alimentei em relação às pessoas e ao mundo, e o quanto esses sentimentos são nocivos ao meu corpo físico e ao meu espírito.

O Tempo me ensinou que devo me aceitar como sou imperfeito, e de perceber que, ser perfeito é sinal de imperfeição.

O Tempo me ensinou de quanto perdi duvidando da existência de Deus, ou que ele estava sendo injusto comigo, mas hoje sei que ele está sempre ao meu lado e nunca me desampara.

O Tempo me ensinou do quanto estava dependente das pessoas procurando aprovação e felicidade nelas, mas hoje eu sei que aquilo que desejo está dentro de mim e que só depende de mim para encontrá-las.

O Tempo me ensinou que só depende de mim enfrentar as dificuldades da vida, bem como meus conflitos interiores.

O Tempo me ensinou que devo aceitar-me como sou,bem como a vida,assim como as pessoas são e, principalmente que não tenho o poder de moldá-las à minha maneira

O Tempo me ensinou de quanto tempo perdi em vícios e manias para fugir dos problemas, mas hoje vejo que os problemas continuam e que acabei criando outros e de que não posso e nem tenho do que fugir.

O Tempo me ensinou de que é possível sim aprender e viver o AMOR, mas preciso aprender a me amar em primeiro lugar, não significando ser egoísta; mas para isso devo me aceitar integralmente.

O Tempo me ensinou do quanto preciso trabalhar minha FÉ para iluminar o túnel que terei de passar para atingir meus objetivos.

O Tempo me ensinou que o tempo segue seu caminho e que os reflexos em mim ficarão estampados externamente, mas não necessariamente deva-me sentir envelhecido.

O Tempo me ensinou que devo cuidar da saúde holística,caso contrário,meu corpo sentirá os efeitos para que eu perceba de que algo está errado, e o não cuidar pode significar não mais ter tempo para viver, absorver e apreciar o que de bom a vida oferece.

O Tempo me ensinou três pontos fundamentais para o meu crescimento e equilíbrio psicológico e espiritual: PACIÊNCIA, TOLERÂNCIA E ACEITAÇÃO.

O Tempo me ensinou que temos uma sensibilidade escondida capaz de sentir e apreciar as belezas que a natureza nos oferece gratuitamente, mas para isso não devo temer em mostrar pensando que é minha fraqueza.










O Tempo me ensinou a necessidade de exteriorizar meus sentimentos sem medo de ser autêntico, mas necessariamente não devo atingir o outro.

O Tempo me ensinou a necessidade de ter um momento só meu, único, para entrar em contato com meu interior e aprimorar meu autoconhecimento.

O Tempo me ensinou que nós criamos nossos problemas, e significa ainda que sempre devemos aprender uma lição em cada situação como forma de amadurecimento.

O Tempo me ensinou a valorizar mais minhas qualidades e crescer com meus defeitos.

O Tempo me ensinou a naturalidade de ter qualidades e defeitos, mas que não é natural valorizar mais os defeitos do que as qualidades.

O Tempo me ensinou a valorizar as amizades verdadeiras, mesmo que poucas, como devo fazer meu papel e ser um amigo mais que verdadeiro.

O Tempo me ensinou do quanto é ruim depender totalmente das pessoas, mas que não custa nada quebrar meu orgulho e pedir ajuda quando tiver necessidade.

O Tempo me ensinou a possibilidade de diariamente aprender uma lição que a vida me mostra, mas para isso ocorrer, devo estar aberto integralmente.

O Tempo me ensinou que, para ter uma boa auto-estima é necessário trabalhar e enfrentar todos os medos, ter FÉ, e ACREDITAR que tudo na vida é passageiro e só assim o crescimento e amadurecimento são possíveis.

O Tempo me ensinou alguns sinônimos de boa auto-estima: cuidar da saúde física, mental e espiritual, auto-valorização sempre, autenticidade, equilíbrio entre outros pontos. E aprendi que baixa auto-estima significa: depressão, ansiedade, insegurança, fuga, etc.

O Tempo me ensinou que tenho capacidades interiores para exercitar profundamente o autoconhecimento, em busca da felicidade.

O Tempo me ensinou que o passado não importa mais, nem devo me preocupar com o futuro, mas sim tornar meu PRESENTE PRECIOSO.

O Tempo me ensinou a ver a pura beleza da Natureza através de sua fauna e flora, com suas inúmeras cores e tamanhos, além do brilho intenso do Sol e da Lua acompanhada de infinitas estrelas sempre a brilhar.

O Tempo me ensinou que o vitimismo é uma das piores formas de chamar a atenção e uma das melhores é pelo sorriso espontâneo.









O Tempo me ensinou que,mais do que educar os filhos,ele também tem muito a nos ensinar, basta enxergarmos.

O Tempo me ensinou que, mais importante do que saber falar, é saber ouvir.

O Tempo me ensinou que, quem critica tem a obrigação de saber mais e nem sempre isso acontece. Aprendi ainda que a crítica me estimule a seguir adiante para ter mais conquistas.

O Tempo me ensinou que sentimentos como raiva, mágoa,culpa,devem me impulsionar a favor do meu crescimento holístico.

O Tempo me ensinou de que todas as doenças, físicas e/ou emocionais formam-se ao longo dos anos pelo descuido a nós mesmos e devemos conscientizar para evitar que outros problemas piores aconteçam.

O Tempo me ensinou que as perdas fazem parte da vida e, por mais difícil que seja ainda vivo e devo seguir em frente.

O Tempo me ensinou que só a consciência não basta; é preciso atitudes para modificar nossas vidas.

O Tempo me ensinou que, mesmo diante de tantas negatividades e maldades, sempre existe alguém fazendo algo positivo, e que também devemos dar nossa contribuição à humanidade.










O Tempo me ensinou que humildade significa quebrar o orgulho e admitir meus erros.

O Tempo me ensinou que, não importa quando, pois sempre é tempo de ir à busca de meus objetivos, e que nunca devo deixá-los morrer dentro e mim.

O Tempo me mostrou que devo e posso ampliar meus horizontes objetivando aprimorar minha sensibilidade, além de crer que o Universo está à minha disposição oferecendo infinitas possibilidades de evolução.

O Tempo me mostrou que devo aprender uma das mais importantes lições da Natureza: a Renovação infinita.

O Tempo me ensinou a me permitir ter vontade, desejo e opinião própria, ou seja, ter autonomia em minha vida.

O Tempo me mostrou que de nada adianta alimentar culpa e arrependimento por situações que no passado ocorreram por falta da maturidade que hoje estou desenvolvendo em minha vida.

O Tempo me mostrou que, se estou em constante renovação, devo romper com vários conceitos e regras; devo estar sempre aberto a situações e oportunidades novas na minha vida.





O Tempo me ensinou que a maturidade acontece não só com o avanço da idade cronológica, mas sim do que foi assimilado e praticado no decorrer da vida, procurando enfrentar as dificuldades em seu percurso.

O Tempo me ensinou o poder que a palavra exerce sobre nós, e do quanto ela pode beneficiar ou prejudicar alguém da forma como é transmitida.

O Tempo me ensinou que, ao cuidar do meu ser em primeiro lugar, não serei egoísta, mas sim, contribuirei de forma positiva para que as pessoas à minha volta fiquem felizes.

O Tempo me ensinou que todas as pessoas que pensam em morrer, no fundo têm fome e sede de viver.

O Tempo me ensinou que ser feliz é um treinamento e não uma obra do acaso.

O Tempo me ensinou que algumas pessoas preferem um bonito Sol pintado num quadro, enquanto outras preferem o Sol real, ainda que estejam cobertas pelas nuvens.

O Tempo me ensinou de que tenho vários caminhos a seguir, mas sempre para frente, e se recuar atrasarei minha evolução integral.

O Tempo me ensinou que devo sempre viver o aqui e agora; ”Só por agora”.

O Tempo me ensinou que devo aprender a dizer a mais difícil das palavras apesar de tão pequena: NÃO!
AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVENCIAM
DOROTHY LAW NOLTE

“Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar”;
“Se as crianças convivem com hostilidade, aprendem a brigar”;
“Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas”;
“Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas”;
“Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser vítimas”;
“Se as crianças convivem com a inveja, aprendem a invejar”;
“Se as crianças vivem com a vergonha, aprendem a sentir culpa”;
“Se as crianças vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confianças em si mesmas”;
“Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes;
“Se as crianças vivenciam os elogios, aprendem a apreciar”;
“Se as crianças vivenciam a aceitação, aprendem a amar”;
“Se as crianças vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas”;
“Se as crianças vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter objetivo”;
“Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade”;
“Se as crianças convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade”;
“Se as crianças convivem com a equidade, aprendem o que é justiça”;
“Se as crianças convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito”;
“Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesma e naqueles que a cercam”;




“Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver”


NELSON LUIZ RASPES – PSICÓLOGO –CRP: 06/45396-2
Fones: (11) 9823-6736 – 8090-6398
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