terça-feira, 15 de janeiro de 2013

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE IRIDOLOGIA Defina Iridologia: A Iridologia é uma ciência, uma técnica onde é possível detectar várias problemáticas orgânicas, físicas e emocionais que perturbam as pessoas. A descoberta destas perturbações e também enfermidades é feita através da análise detalhada da íris onde podemos observar, através de traços, linhas, manchas e descolorações que afetam a trama da íris. Defina Holismo: Holismo, ou Visão Holística, é a visão do ser humano em um Todo, ou seja, nas formas físicas, mentais, emocionais, espirituais, em conjunto; é a maneira de tratar o ser humano nestas formas. Defina a Lei de Hering e seu significado: A Lei de Hering diz que: “A doença afasta-se do corpo do seguinte modo: de cima para baixo, de dentro para fora, dos órgãos mais importantes para os menos importantes e pela ordem inversa do seu aparecimento”. O sucesso do tratamento acontece quando a doença afasta-se dos órgãos importantes e aparecem nos órgãos que estejam em uma posição inferior na escala hierárquica. Quais as zonas da Iridologia? 1) Estomago; 2) Intestinos (grosso e delgado); 3) Coração, brônquios, pâncreas, glândulas suprarrenais, pineal, hipófise, vesícula biliar; 4) Útero, próstata, esqueleto (ossos); 5) Cérebro, pulmão, fígado, baço, rins, tireoide e demais órgãos e tecidos; 6) Músculos, inervação motora, sistema linfático, vasos sanguíneos (artérias e veias); 7) Pele, nervos sensitivos. Quais os canais de eliminação? 1) Intestino Grosso; 2) Pele; 3) Sistema Urinário; 4) Sistema Linfático; 5) Sistema Respiratório. Quais os sistemas da Iridologia?  Sistema Nervoso: cérebro, medula, gânglios, plexos e fibras nervosas periféricas;  Sistema Circulatório: coração, vasos sanguíneos e linfáticos, sangue e linfa;  Sistema Endócrino: Pituitária, pineal, tireoide, paratireoide, suprarrenais, ovários, testículos e ilhotas de langerham;  Sistema Digestivo: fígado, pâncreas, tubo digestivo e glândulas acessórias;  Sistema Respiratório: pulmões, brônquios, traqueia, faringe e nariz;  Sistema Excretor: rins, ureteres, bexiga e uretra;  Sistema Reprodutor: testículos, pênis, uretra, próstata, ovários, útero, vagina, vulva, trompas de falópio;  Sistema Ósseo: ossos, tecidos conjuntivos e juntas;  Sistema Muscular: músculos;  Pele Classifique todos os anéis da Iridologia e defina-os. Os anéis de estresse ou nervosos estão indicados por uma espécie de arco colocado em forma concêntrica na circunferência da íris. (Jensen) Os anéis variam do branco ao mais escuro e podem ser contínuos ou denteados. Quando em direção à periferia e da forma contínua (sem interrupções) menor gravidade. Quando interrompidos e/ou caídos significa que o órgão local está irritado com sintomas mentais e toxinas na zona do corpo. Anéis Nervosos: Sintomas:  Ansiedade;  Tensão projetada nos tecidos;  Resistência e restrição “a circulação sanguínea e nervosa”;  Contrações neuromusculares;  Somatização. Tipologia, Número de anéis, Irregularidade e Profundidade: As pessoas que possuem este tipo de íris com sulcos nervosos, são hiper frenéticas e realizadoras compulsivas, vivem em estado de ansiedade constante. A pessoa já nasce com esta constituição, portanto a presença dos anéis é permanente. Próprio da geração moderna, adolescentes e crianças apresentam tais sinais por heranças genéticas e transferência desde a gestação não só geneticamente falando como circunstanciais ao período. Número de anéis: a presença de um ou dois indicará espasmos moderados; de três a quatro, espasmos importantes e mais de quatro – tendência espasmódica com problemas de saúde consideráveis. Quanto maior a irregularidade, maior a tendência a contrações e quanto mais profundas e escuras, mais crônicos com maior desequilíbrio do órgão em si. Grau de Fragmentação: a fragmentação é um diagnóstico ruim já que os anéis nervosos numerosos e muito fragmentados indicam uma tendência à desorganização neurovegetativa, ou seja, de suas funções involuntárias como a circulação, secreção, excreção. Os problemas se apresentam exatamente onde tais anéis se rompem. Quando se cortam muitos anéis em uma mesma zona, implica uma grande congestão da área afetada. Anéis nervosos na zona do cérebro (1h/11h): Estes anéis representam estados psíquicos alterados, insônia, nervosismo, inquietação, fobias e pensamentos incontroláveis. Ansiedade com restrição do suprimento nervoso e sanguíneo, podendo significar estado neuromuscular deficiente. Manifestações orgânicas e digestivas: Experimentam diferentes problemas no sistema reprodutor e digestivo. Com problemas no gerenciamento do estresse o que provocará espasmos digestivos e úlcera gástrica. Se os anéis são parciais em um só setor indicam tendência a espasmos dolorosos do órgão correspondente. Contração da zona do Estomago e da pupila com anéis de estresse e mancha psórica: gastrite nervosa e com mancha psórica, úlcera doe estomago. Classifique todas as lacunas e defina-as. Lacuna significa buraco; quando vemos uma lacuna na íris entendemos que existe um problema ou existiu um problema naquela área correspondente ao corpo. Podemos avaliar o estágio da lacuna por sua cor e profundidade.  Lacuna Aberta: Abertura do tecido iridal saída de material tóxico sai para pele ou intestino. Desequilíbrio ativo ou progressivo no qual humores vitais estão atuando, tornando a lesão mais fácil de ser curada. Representação de um estágio agudo.  Lacuna Fechada: Onde a doença está em seu processo completo, pois indica um encapsulamento de toxinas e material mórbido no tecido, indicando um estágio crônico e único de degeneração do tecido. Tanto lesão aberta ou fechada pode ser inerente à constituição genética.  Lacuna Asa de Borboleta: Quando temos 3 ou 4 lesões ou mais, lesões amendoadas e juntas. Encontra-se nas áreas que representam tecido de glândula, isto é, pâncreas, paratireoide, próstata, etc.  Lacuna Ponta de Lança: Também conhecida como “cripta” pelos iridologistas americanos, considerada como precursora de “lacuna de aspargo”.  Lacuna Torpedo: As grandes indicam instabilidade celular hereditária. Os iridologistas europeus as consideram possíveis sinais de tumoração, dependendo da sua cor e profundidade.  Lacuna Escada: Considerada como sinal pré-canceroso.  Lacuna Telha: O mesmo que lacuna escada.  Lacuna Favo de Abelha: Sinal de desequilíbrio endócrino ou atrofia orgânica. Debilidade de órgão com nutrição alterada; ocorrendo no pulmão, indica respiração interna deficiente e desenvolvimento de uma cirrose.  Lacuna Aspargo: Esta é considerada como um verdadeiro vilão pelos iridologistas europeus. É um sinal clássico para o câncer.  Lacuna Romboide: Esta lacuna, quando encontrada na área cardíaca (três horas na íris esquerda), indica debilidade cardíaca congênita. Os iridologistas americanos se referem a ela como o “diamante clássico do coração”. Em geral é considerada como um sinal de debilidade orgânica. Predisposição hereditária a prolapso da válvula mitral.  Lacuna Pera: Os iridólogos europeus dizem que é uma tendência para o câncer, é o precursor da lacuna aspargo.  Lacuna Folha: Sempre frequente mostra a predisposição a cistos e tumores benignos.  Lacuna Medusa: Encontrada sempre nas regiões dos pulmões e dos rins, indica herança genética de tuberculose nos dois órgãos, quem tem estas marcas tem muita alergia e processo crônicos proveniente de uma alimentação.  Lacuna Sapato: deficiência, insuficiência orgânica independente da localização na íris. Classifique item por item da Área Mental e faça uma rápida definição. Área Mental: o centro holístico do ser humano. Áreas específicas do cérebro na visão iridológica. Representação Esquemática das Áreas do Cérebro: Bernard Jensen mapeou a área cerebral em:  Cérebro Psicológico/Motor: está relacionado às áreas que expressam as aquisições cerebrais mais recentes, mais elaboradas, relacionadas aos níveis mais elevados da psique. Adquirido.  Cérebro Fisiológico/Sensório: relaciona-se com as funções de manutenção do instinto básico de vida, como o sistema cardiovascular e respiratório. Inerente. TÓPICOS DA ÁREA MENTAL VITALIDADE Localizada ‘às 12hs, região central do mapa’. Esta área funciona como o centro de integração psicossomática, rege a energia que nutre a vida, fornece equilíbrio ao tônus nervoso e emocional e rege o equilíbrio neuroendócrino do organismo. Integração entre corpo e psique (a sede da alma). Anatomicamente relaciona-se com:  Córtex cerebral;  Hipotálamo;  Hipófise. ÁREA DA VITALIDADE EM DESEQUILÍBRIO:  Cansaço;  Desânimo;  Preguiça;  Melancolia;  Indiferença;  Depressão;  Tendência ao suicídio;  Auto exigência, perfeccionismo. Exceder os próprios limites tanto físicos, quanto emocionais e mentais. Alterações no sono e sonhos. Sinais que afetam a área da Vitalidade (manifestados na região):  Radis Solaris;  Manchas psóricas;  Rosário linfático;  Bolsões intestinais. CENTRO DA ZONA VITAL Esta área é representada pelo hipotálamo, parte do cérebro que domina as energias físicas e emocionais, bem como, do metabolismo orgânico. Qualquer diferença de tonalidade, lacunas e sinais podem influenciar no funcionamento do hipotálamo e posteriores desordens emocionais. A área mental normalmente é afetada pela toxidade dos principais órgãos de eliminação como: rins, pulmões, fígado, sistema digestivo, sistema linfático e pele. Diferenças de coloração, manchas, Radis Solaris e lacunas definem o desequilíbrio físico e psicológico da área mental. Localizados entre 11hs e 1h. POLARIDADE VITALIDADE – PERNAS (12HS/06HS) O eixo da Vitalidade-Pernas quando em desequilíbrio vem por reforçar a dificuldade de estruturação tanto emocional quanto orgânica da qual a pessoa está vivenciando. Este eixo rege a integração entre as energias mais sutis e as energias mais densas entre o mundo analítico e o mundo instintivo (de sobrevivência). Psicologicamente falando a pessoa pode estar vivenciando um grande conflito entre vida idealizada e vida materializada. Um enbranquiçamento desta área pode revelar hiperatividade seguida de enxaqueca ou cabeça quente. Escurecimento, Radis Solaris, lacunas, rosário linfático e bolsas intestinais relacionados à hipoatividade da área com pré-disposição à melancolia, depressão, indiferença e exaustão. Esta região, também, está relacionada com o nosso campo de luta e com o modo pelo qual impulsionamos a nossa vida, o modo como criamos o nosso destino. É, ainda, o núcleo por onde o prana ou energia vital são inseridos em nosso corpo físico. PROCESSOS AGUDOS EM IRIDOLOGIA – a HIPERATIVIDADE Na leitura da íris, notamos o aparecimento de linhas esbranquiçadas, caso a íris seja de cor azul, ou um aumento do brilho com o aparecimento de umas linhas de cor castanho claro, caso a íris seja castanha. HIPERATIVIDADE DA ÁREA MENTAL:  Menta ativa;  Tendência à racionalização;  Agitação mental;  Comprometimento das glândulas em hiperatividade;  Enxaquecas. PROCESSOS CRÔNICOS EM IRIDOLOGIA – A HIPOATIVIDADE Na leitura ideológica, notamos o aparecimento de manchas escurecidas preenchendo áreas anteriormente por processos agudos, os raios solares se tornando mais grossos e curvos, lacunas com fundo enegrecido e acúmulo de depósitos tóxicos. HIPOATIVIDADE DA ÁREA MENTAL:  Mente negativa;  Estafa mental;  Pensamentos repetitivos;  Tendência à depressão, melancolia e indiferença;  Sistema glandular comprometido em hipoatividade. HIPOTÁLAMO: O hipotálamo, também constituído por substância cinzenta, é o principal centro integrador das atividades dos órgãos viscerais, sendo um dos principais responsáveis pela homeostase corporal. Ele faz a ligação entre o sistema nervoso e o sistema endócrino, atuando na ativação de diversas glândulas endócrinas. Tem por função manter a temperatura corporal, regular as emoções (especificamente, as partes laterais parecem envolvidas com o prazer e a raiva, enquanto que a porção mediana parece mais ligada à aversão, ao desprazer e à tendência ao riso), a fome, a sede, o sono e os ritmos biológicos. O hipotálamo, apesar do seu tamanho relativamente pequeno (do tamanho da unha do polegar) controla uma série de funções vitais. No Sistema Autônomo, o hipotálamo estimula os músculos lisos (vasos sanguíneos, estomago, intestino) e recebe impulsos sensoriais dessas áreas. Também apresenta importante papel na regulação de hormônios, temperatura corporal, glândulas adrenais e muitas outras atividades vitais. O hipotálamo é o intermediário do cérebro em traduzir as emoções em respostas físicas. Quando sentimentos intensos como raiva, medo, prazer e excitação são gerados na mente, o hipotálamo envia sinais para as mudanças fisiológicas através do sistema nervoso autônomo e através da liberação de hormônios da glândula pituitária. Sinais físicos de medo ou excitação como aumento dos batimentos cardíacos e respirações ofegantes são gerados no hipotálamo. A glândula pituitária responde a sinais do hipotálamo na produção de hormônios, muitos dos quais regulam a atividade de outras glândulas: o hormônio tireoide-estimulante, o hormônio adrenocorticotrófico, prolactina e hormônios sexuais folículo- estimulante (FSH) e luteinizante (LH). A glândula pituitária também produz muitos hormônios com efeitos gerais: hormônio de crescimento (GH), hormônio melancólico estimulante e o neurotransmissor dopamina. A pineal fica localizada no interior do cérebro e produz a melatonina, um hormônio que pode influenciar a função dos ovários e testículos e também pode ajudar a controlar os padrões de sono e vigília de um indivíduo. A Lacuna Borboleta normalmente aparece em locais representados por tecido de glândula (pineal, pâncreas, adrenal, paratireoide, próstata, etc.). Significado: desequilíbrio glandular com hipo ou hiperfunção da glândula em si. No mapa iridológico a glândula pineal está localizada ao lado do hipotálamo e representa, também, o centro do sono. A melatonina, antioxidante que regula o ciclo do sono e seu despertar, apoia ainda o sistema imunológico e desempenha um papel importante no metabolismo do cálcio. Radis Solaris, Manchas, Fibras separadas e Lacunas revelam a debilitação desta glândula. BULBO OU MEDULA: Localizada ‘às 11hs da íris direita’ e ‘1hda íris esquerda’. O bulbo pertence ao tronco encefálico ligado ao sistema nervoso central. Desequilíbrios na área da Medula (Bulbo):  Tensão respiratória;  Resfriados;  Circulação arterial e venosa debilitada;  Respiração fraca e deficiente;  Catarros. Na área mental, a região da Medula é conhecida como o centro respiratório do sistema, controla as funções cardíacas, respiratórias, pressão arterial e funções motoras da salivação, tosse, soluço, espasmos e vômitos. Essas funções são de fundamental importância na sobrevivência e no equilíbrio das funções vitais. SEXUALIDADE MENTAL – próximo de 11hs na Iris Direita. Relaciona-se com:  Hipotálamo;  Sistema Límbico;  Glândula Pituitária (A glândula Pituitária responde a sinais do hipotálamo na produção de hormônios, muitos dos quais regulam a atividade de outras glândulas). Tendências:  Diminuição da libido;  Ninfomania;  Perversão;  Violência;  Vaidade;  Egoísmo;  Irritabilidade;  Fadiga;  Competitividade em excesso. Esta área, também, está relacionada à atração e repulsão sexual, receptividade, reprodução e preservação da sexualidade. Sinais brancos indicam estados mentais fantasiosos. Sinais amarelos/amarronzados podem indicar uma supressão dos instintos sexuais (vivenciados por desilusões, fantasias e alucinações) das quais não se permite realizar. Quando a polaridade (sexualidade mental/útero-próstata) está bem estabelecida (tons claros ou escuros) conflito entre escolha e direção dos impulsos sexuais. Lesões podem significar a dificuldade em controlar seus impulsos sexuais levando a promiscuidade. MENTE INATA: ZONA DA ANSIEDADE – localiza-se entre 11/12hs na íris direita e 12/1h na íris esquerda. Relaciona-se com:  Instinto de sobrevivência;  Força de vontade;  Imitação social (identificação com grupos);  Emoções;  Concentração;  Reação à pressão social. Em desequilíbrio:  Alucinações;  Impaciência;  Melancolia;  Indecisão;  Dispersão;  Confusão mental;  Submissão;  Auto condenação. EMOÇÕES e EIXO HIPOTÁLAMO-HIPOFISÁRIO-SUPRARENAL: As emoções compreendem nossos sentimentos e estados de ânimo, bem como sua expressão e condutas motoras e as respostas do Sistema Nervoso Autônomo e Endócrino. As reações emocionais neurovegetativas inatas são próprias da espécie e tem uma importante função adaptativa. As reações emocionais neurovegetativas adquiridas resultam das primeiras experiências e necessidades de adaptação dos recém-nascidos em sua inter-relação com o meio. De âmbito geral, a ansiedade é gerada por uma condição estressante que acarreta alterações hormonais desencadeadas por um desequilíbrio do eixo HHA e HPA. Vários mecanismos são ativados quando um organismo é exposto a um estímulo estressor. A função cerebral chamada eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, ou HPA, ajuda o corpo a se manter estável durante um evento de estresse físico ou psicológico. O chamado eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) é responsável pela liberação do cortisol, ou hormônio do estresse. O eixo hipotálamo-pituitária-adrenal também pode intensificar fobias e ataques de pânico, onde o excesso de CRH corticotropina, provoca a superatividade cerebral. Composição do HPA ou HHA na iridologia: área da vitalidade; eixo vitalidade/pernas; glândula adrenal; glândula pineal; zona da ansiedade; anéis de estresse. E ainda verificar todas as glândulas principalmente a Tireoide. SENSÓRIO LOCOMOÇÃO – próximo das 12hs íris direita e esquerda. Localiza-se na área do córtex central. Relaciona-se com: propriocepção através do tato, sensações térmicas, pressão, tensão e movimento muscular. Polaridade: Sensório motor/adrenal/púbis. Esta área integra as funções mentais e psicológicas influenciando o controle dos movimentos. As sensações e percepções captadas pela área sensorial determinam o modo como nos colocamos no mundo. Quando anormal a pessoa pode apresentar dificuldade de coordenação motora com fadiga, gerando insegurança, medo e falta de confiança. Em desequilíbrio:  Falta de coordenação motora geral;  Exaustão;  Falta de auto percepção e do ambiente externo. ÁREA DOS CINCO SENTIDOS: Próximo das 12hs íris direita e esquerda: Localização: córtex cerebral. Relaciona-se com: visão, olfato, audição, tato e gustação no sentido sensorial. Em desequilíbrio:  Alterações relacionadas com as sensações físicas e psíquicas;  Sensualidade exacerbada;  Narcisismo;  Materialismo;  Sensibilidade aos estímulos sensoriais;  Área do prazer. PRESSÃO DO EGO: entre 12/1h na íris direita e 11/12hs na íris esquerda. Auto cobrança e auto crítica. Polaridade: Pressão do ego/apêndice(D) /Peritônio Localização: cérebro, hipotálamo e hipófise (glândula pituitária). Em desequilíbrio:  Tensão arterial elevada provocada por reações do ego. Emoções – sistema límbico;  Inveja, amargura;  Inferioridade;  Egoísmo, agressividade, temperamento difícil;  Medo e preconceito;  Abuso do poder, exploração, sarcasmo;  Ansiedade, impaciência, teimosia, impetuosidade;  Ódio, avareza. Lateralidade dos Anéis Nervosos Presença de anéis na íris esquerda:  Decepção com a vida; anulação da criança interior; embotamento do lado espiritual. Presença de anéis na íris direita:  A pessoa está neutralizando suas forças racionais ou está a agredindo. FALA ADQUIRIDA- próximo de 1h na íris direita e 11hs na íris esquerda. Zona de compreensão, da aprendizagem e da comunicação. Localização: cérebro, tálamo, glândulas pineal e pituitária. Refere-se a: linguagem – escrita, leitura, falada e aprendizado de línguas. Polaridade: fala adquirida/peritônio Em desequilíbrio:  Falta de memória;  Dificuldade de aprendizagem;  Dispersão;  Desleixo;  Desajuste social. Esta área representa o centro da comunicação no sistema mental. Determina como nos comunicamos com o meio em que vivemos. HABILIDADE MENTAL – Zona de Inteligência Criativa – 1h na íris direita e 11hs na íris esquerda. Localização: Lóbulo pré-frontal e frontal. Polaridade: habilidade mental/Pelve Relaciona-se com: inteligência, pensamento lógico, personalidade, raciocínio, movimento voluntário, memória e força de vontade. Em desequilíbrio:  Confusão, negligência;  Bloqueios mentais;  Descontrole tensão;  Frieza, crueldade;  Diálogo mental;  Pessimismo;  Insensibilidade;  Melancolia;  Irritabilidade;  Covardia moral;  Depressão. A polaridade estabelece um conflito entre vida sexual e vida espiritual e/ou emocional. ÁREA DE EQUILÍBRIO OU CENTRO EPILÉPTICO Iris esquerda – próximo de 1 hora. Localização: cerebelo. Relaciona-se com: equilíbrio, coordenação dos músculos autônomos, centro de energia dinâmica e atividade sexual. Polaridade: Equilíbrio/Ânus/Reto Em desequilíbrio:  Epilepsia;  Desmaios;  Vertigens;  Tonturas;  Respostas musculares alteradas. Esta área governa o equilíbrio entre os aspectos emocionais, mentais e físicos. Nuvens na parte periférica do sistema cerebral: Indicam uma dificuldade de desintoxicação orgânica por mau funcionamento do sistema linfático provocando: cansaço, depressão e angústia. Anel de coloração branca superior: Tendência a desenvolver arteriosclerose com sintomas como: senilidade falta de memória, angústia, desânimo e irracionalidade. Lacunas na Zona Cerebral: Tais sinais, normalmente, são provocados por deficiência circulatória e consequente degeneração dos tecidos cerebrais com problemas decorrentes como: pensamentos negativos, desalento, angústia e obsessão. O colarete e sua representação emocional: Corona Simpática Dilatada: Tendência à extroversão, dificuldade de impor limites e dificuldade em dizer não. Corona Simpática Contraída: Tendência à introversão, pessimismo e desconfiança – sempre esperando o pior da vida. Como avaliar a Área Mental? AVALIANDO A ÁREA MENTAL:  Cérebro psicológico e fisiológico – maior incidência de sinais;  Aspecto geral das áreas: estrutura das fibras;  Diferenciar incidência de sinais nas íris direita e esquerda;  Estabelecer muito bem o eixo da vitalidade;  Radis Solaris: de onde saem e onde terminam;  Lacunas: tipos;  Anéis de tensão;  Anel de colesterol;  Anel de anemia;  Diferenciar colorações;  Bolsões intestinais;  Expansão dos anéis do estômago e do colarete (sna);  Linhas radiais ou Polaridades;  Linhas adjacentes;  Rosário linfático. Observações importantes: A linha radial (polaridade) é estabelecida por esbranquiçamento e/ou escurecimento das polaridades. O grau de clareamento, os sinais iridológicos podem variar entre o branco e o preto. Quanto maior o grau de clareamento (branco), mais agudo, mais inflamado e mais dolorosa a situação do órgão afetado. Estes sinais somente aparecem de forma clara ou branca na íris azul ou cinza. Na íris marrom se reconhece estados agudos e inflamações por locais clareados, diferenciando-se do marrom da íris. Indicam Hiperatividade. Os sinais escuros expressam fraqueza, hiper excitação, função reduzida, e também atonia. A íris aparece mais escura no local e a camada do estroma é afrouxada, denominam-se sombras leves. Esses sinais não devem ser confundidos com lacunas. Os sinais escuros podem se originar na inferioridade congênita ou adquirida. Os sinais amarelo-amarronzados podem ser de origem orgânica. Os sinais pretos podem significar perda de substância do órgão afetado com suspeita de malignidade (Gunther Lindermann). Indicam Hipoatividade. Sinais diferenciados, também, estabelecem as polaridades. Exemplo: lacuna em um polo e mancha psórica em outro. O que é OPI? Defina Miose e Midriase OPI: Orla Pupilar Interna Miosi: a pupila pequena é sinal de predominância do parassimpático e caracteriza o tipo “nutritivo”, enquanto que a peristalse gástrica está em incessante movimento. Além disso, o pulso é bradicárdico, enquanto que o sistema circulatório periférico tende à constrição. O estímulo à emissão da urina e das fezes é acentuado, o impulso sexual é muito desenvolvido. Uma geral hiperestesia nervosa e uma descontinuidade psíquica, uma elevada reação da pele e dos tendões, predispõe à crise do tipo bático. Midriasi: a pupila grande, sinal de uma natureza direta preferencialmente do sistema simpático, caracteriza a pessoa doce e sensível, com tendência à taquicardia. Caracteriza moderados comilões, com peristalse gástrica e intestinal dificultosa e predisposição do trato urinário às doenças, com escassa dinâmica sexual, dotados de um sistema bronquial e pulmonar delicados. Estas pessoas incorrem facilmente em esgotamento nervoso: fobias, psicoses, manias. As anemias secundárias, que surgem em consequência da escassa nutrição, predispõem a um rápido cansaço, enfraquecimento e sonolência durante o dia. Qual a importância do colarete e a quais sistemas se relaciona. Os dois critérios importantes para o exame do colarete são: 1) Forma; 2) Estrutura. Quando falamos da forma do colarete, referimo-nos à forma da zona pupilar. Quando nos referimos a um colarete distendido, estamos na realidade descrevendo um alargamento da zona pupilar. Do mesmo modo, um colarete denteado é, na verdade, um estreitamento da zona pupilar. A distensão total revela tônus fraco dentro do trato intestinal devido à falta de inervação da musculatura. Há uma tendência à constipação crônica (atônica) e flatulência. O indivíduo é geralmente inclinado a comer em excesso e sem discriminação, no que toca à qualidade do alimento.  Colarete Distendido: A distensão total revela tônus fraco dentro do trato intestinal devida à falta de inervação da musculatura. Há uma tendência à constipação crônica (atônica) e flatulência. O indivíduo é geralmente inclinado a comer em excesso e sem discriminação, no que toca à qualidade do alimento.  Um denteamento total: significa uma hipertonicidade do trato gastrointestinal com uma disposição para a variedade espasmódica de constipação.  Colarete Inferior Esquerdo: Distúrbios do baço e/ou cauda do pâncreas, capacidade de digerir somente pequenas quantidades de alimentos de cada vez, sensibilidade nervosa, melancolia, perfil exigente e ordenado.  Colarete Inferior Direito: Distúrbios das funções metabólicas hepáticas, predisposição a desenvolver hepatotrofias (degeneração das funções do metabolismo de gorduras). Predisposição a doenças do intestino e hemorroidas.  Colarete Ventral: Pletora abdominal (excesso de sangue). Afrouxamento do tônus dos vasos sanguíneos abdominais, enteroptoses, hemorroidas, e hipertrofia prostática, dores sacro lombares, debilidade energética das extremidades inferiores.  Colarete Bilateral: Afrouxamento do intestino delgado e grosso, constipação atônica crônica, disbacteria (falta de bactéria), flatulência e opressão, os órgãos e as funções dos setores adjacentes devem ser examinados.  Colarete Quadrado: Sistema nervoso simpático constitucionalmente debilitado, incurabilidade.  Colarete Ondulado: Tônus debilitado da musculatura intestinal, opressão de catarro, flatulência e dispepsia, se a zona estiver escurecida causa cefaleias e dores nas pernas.  Colarete Pretuberância Local: Quando acompanha por uma rarefação (fibra dissolvida) e acinzentamento do estroma inferior, sugere uma tendência diverticuloses.  Uma PRETUBERÂNCIA local mais interna sugere uma debilidade dos intestinos, devido a falta de nutrição e provisão nervosa, se a rarefação toma a forma de criptas ou lacunas favo de mel, pode-se suspeitar de uma região intestinal muito susceptível à infestação parasitária.  Colarete Denteamento Local: Deve-se dar especial atenção a quaisquer sinais que aparecem nos setores da íris em questão, são sinais hereditários indicando distúrbios da circuidade nervosa autônoma, se houver espasmo intestinal persistente, poderá ser uma pressão de um tumor no órgão vizinho.  Colarete Denteamento Frontal: Indica um prolapso no cólon transverso.  Colarete em Zig Zag: Indica distúrbios motores espasmódicos da seção relacionada à musculatura intestinal.  Colarete Zig Zag Frontal: Pode-se excluir história familiar de neuroses, estando ansiosos, fobias e mudança brusca de humor.  Colarete Zig Zag Ventral: Caso seje encontrado na seção ventral exclui-se espasmofilia sigmoide/retal e flatulência.  Colarete Zig Zag Parcial: Adjacente ao campo de reação do fígado na íris direita sugere constipação alternada com diarreia, se estiver adjacente ao campo de reação do baço na íris esquerda, observam-se com frequência alterações de apetite.  O espasmo parcial do colarete: deve-se sempre chamar a atenção para o setor adjacente da íris ou campos de reação congestão ou insuficiência do canal linfático, no caso de reação do campo cardíaco, na íris esquerda, deve-se explorar o risco da coronária, esclerose coronária e isquemia.  Colarete Hipoprástico: Ou fino, em forma de fio, é evidência de um sistema nervoso sensível e delicado.  Colarete Duplo: Ou traço paralelo, tendências psiconeuróticas e psicossomáticas, é hereditário.  Colarete Ausência Setorial: Inibição de síntese enzimática no trato digestivo e fraca absorção de vitaminas, especialmente da vitamina A.  Colarete Funil: Ausência setorial ou abertura é indício de fragilidade muscular e de ligamentos, se aparecer na região cardíaca, poderá haver debilidade ou deslocamentos de miocárdio. Defina todos os tipos de Radis Solaris. RADIS SOLARIS E SEUS SIGNIFICADOS 1) Radis Solaris Majors – Radis Solaris começando pela pupila para a área mental indica: enfraquecimento da área cerebral. 2) Radis Solaris cruzando s.n.a. – Radis Solaris atravessando o sistema nervoso autônomo hipoatividade desse sistema (é considerado um sério sinal). 3) Radis Solaris Majors SNC – Radis Solaris radiando a pupila em direção ao órgão indica: diminuição da função do órgão causado por enfraquecimento do SNC. 4) Radis Minors (SNC) – Radis Minors radiando da pupila em direção à zona do estômago indica: enfraquecimento do sistema nervoso central e atrofia muscular intestinal. 5) Radis Solaris (SNA) – Radis Solaris radiando do SNA indica: diminuição da função dos órgãos ou áreas causadas pelo enfraquecimento do SNA com dispersões tóxicas. Defina Mancha Psórica. A mancha psórica ou hiperpigmentação é um sinal que aparece na íris sem que haja destruição de suas fibras. Indicam topograficamente áreas teciduais menos resistentes, que acumulam material tóxico, proveniente de substâncias químicas. Este sinal somente pode clarear com tratamento de desintoxicação, porém é permanente. É causado principalmente por pesticidas, fertilizantes, solventes e tinturas, amplamente disseminados no nosso meio.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Árvore dos meus amigos !!!

ÁRVORE DOS MEUS AMIGOS! Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de AMIGO. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e a amiga mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses, denominados amigos do peito, do coração, são sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem que nos faz feliz. Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés. Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia, ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos perto. Falando em perto, não podemos esquecer-nos dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra. O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho. Desejo a você, folhas da minha árvore da vida, muita paz, amor, saúde, sucesso, prosperidade, hoje e sempre, simplesmente porque: Cada pessoa que passa em nossa vida é única e muito importante. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso. QUE ASSIM SEJA! NELSON.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

ORAÇÃO DO PSICÓLOGO

Oração dos Psicólogos Senhor, Só Você conhece em profundidade a criatura humana Só Você é verdadeiro psicólogo. Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante. Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar, E quando eu falhar - sei que isso acontecerá - venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz. Dê-me um entranhado amor e respeito pela criatura humana. Não permite que a rotina, o cansaço. torne-me frio e indiferente ao outro. Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros, perdoa as ofensas e ajuda-me a atribuir os êxitos a Você. Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão, eu possa dizer em verdade: Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para Ajudar ao meu irmão. Obrigado, Senhor! 27 de agosto - Dia dos Psicólogos -

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CONFLITOS NO LAR: COMO RESOLVÊ-LOS ?

FAMÍLIA: Há duas espécies de família: as famílias pelos laços espirituais, e as famílias pelos laços corporais.
As primeiras, duráveis, se fortalecem pela depuração, e se perpetuam no mundo espiritual.
As segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo.
Emmanuel nos dia: “a família consaguínea é a lavoura da luz na alma, dentro da qual triunfam somente aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade.”
Muitas vezes na condição de pais e filhos, cônjuges ou parentes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos.
EDUCAÇÃO DOS FILHOS

Quando o casamento é feito com bases sólidas, embora enfrentando os problemas do lar, todos sentem-se felizes e realizados.
Os filhos são bençãos de Deus, eles precisam de atenção, afeto e ensinamentos sadios, a fim de serem criaturas generosas.
O instrumento mais edificantes que dispomos na educação dos filhos, é a palavra exemplificada. Mas na verdade o que vemos muito é a falta de diálogo entre pais e filhos.
Na hipótese de os pais não vivenciarem o que ensinam aos filhos, ao invés de orientá-los com segurança, formarão em suas mentes imagens de fraquezas, minando suas forças na estrada da vida.
DESENTENDIMENTOS FAMILIARES

Como vocês agem em relação a uma situação familiar difícil ?
Um dos mais graves problemas humanos está na dificuldade de convivência no lar.
Alguns fatos cotidianos nos leva a pensar de forma individualista, como por exemplo: eu quero isso, eu desejo aquilo, eu gosto desse jeito, etc...
E se alguma coisa aconteceu diferente, a culpa é do outro.
Existem pessoas que enfrentam desajustes físicos e psíquicos, incompatibilidade familiar, marcada por frequentes conflitos.
Um antigo pensamento diz: “O grande ser não é aquele que simplesmente enxerga os erros e acusa os que erram, mas sim aquele que ve o erro descobre o melhor a fazer e educa os que erraram para que acertem mais, dali em diante, com visão de mestre”.
Normalmente os membros da casa esperam demais uns dos outros.
Reclamam atenção, compreensão, tolerância.
Algumas justificativas de desajustes: Minha mulher é meu carma, neurótica, desequilibrada,, surtada; o que foi que fiz para merecer esse trem ? ; Só por Deus para aguentar meu marido ! ; Deus me livre encontrá-lo em outra encarnação !
É incrível que ainda não conseguimos conviver pacificamente entre duas ou mais pessoas numa atividade qualquer, que mais cedo ou mais tarde surgirão desentimentos.
Isso ocorre principalmente no lar, onde damos livre curso de que realmente somos, exercitando o mais conturbador de todos os sentimentos, sejam físicos ou verbais.

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES
> Despertar nos pais e consequentemente nos filhos a existencia de Deus e que somos seus filhos;
> Ensinar a ser sempre verdadeiro, falar sempre a verdade;
> Despertar nos pais e nas crianças a prática da caridade;
> Ensinar a importância da Prece diariamente agradecendo a benção da vida;
> Ensinar o filho a prática do perdão;
> Ensinar a respeitar o amor à natureza;

> Ensinar o respeito a todos os familiares e a todas as pessoas em geral;
> Por fim, lembrando que a primeira escola de nossos filhos é o lar.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

SE TODOS PERDOASSEM

Imaginemos por um minuto, que mundo maravilhoso seria a Terra, se todos perdoassem!...
Se todos perdoassem, a ventura celeste começaria em casa, onde todo companheiro de equipe domética perceberia que a experiência na reencarnação é diferente para cada um e, por isso mesmo, teria suficiente disposição para agir em apoio dos associados da edificação em família, afim de que venham encontrar o tipo de felicidade pessoal e correta a que se dirigem.
Se todos perdoassem, cada grupo na comunidade terrestre alcançaria o máximo de eficiência na produção do bem comum, porquanto, em toda parte, existira entendimento, bastante para que a inveja e o despeito, o azedume e a crítica fossem banidos para sempre do convívio social.
Se todos perdoassem, o espírito de competição, no progresso das ciências e na efetivação dos negócios, subiria constantemente de nível moral, suscitando as mais belas empresas de aprimoramento do mundo, porque o golpe e a vingança desapareceriam do intercâmbio entre pessoas e instituições, com o respeito mútuo revestindo de lealdade os menores impulsos à concorrência, que se fixaria exclusivamente no bem com esquecimento do mal.
Se todos perdoassem, a guerra seria automaticamente abolida do Planeta, de vez que o ódio seria erradicado das nações, com a solidariedade traçando aos mais fortes a obrigação do socorro aos mais fracos, não mais se verificando a corrida de aramamentos e sim a emulação incessante à fraternidade entre os povos.
Se todos perdoassem, a saúde humana atingiria prodígios de equilíbrio e longevidade,porquanto a compreensão recíproca extinguiria o ressentimento e o ciúme, que deixariam, por fim, de assegurar, entre as criaturas, terreno propício à obsessão e à loucura, à enfermidade e à morte.
Se todos perdoarmos, reformaremos a vida na Terra, apagando de todos os idiomas a palavra “ressentimento”, para convivermos, uns com os outros, acreditando realmente que somos irmãos diante de Deus.
Quando todos aprendermos a perdoar, o amor entoará hosanas, de polo a polo da Terra, e então o Reino de Deus fulgirá em nós e junto de nós para sempre.

Meditações Diárias
Psicografado por Chico Xavier
pelo espírito Emmnuel

quarta-feira, 27 de abril de 2011

27/04/11
Ivete
Oi vida, com todo meu amor. Te amo de paixão. beijos coração
Eu me acostumei a sonhar
E jamais deixei de acreditar
Que meu destino era te amar.
Não te esperei,
Mas meu coração
Já sabia dos truques da vida,
Ele junto do destino uniu forças
E fez com que nossos olhares se cruzassem...
E de um momento
Nascesse um grande amor.
Amor que acelera o coração
E alimenta a alma.
Momentos que já estavam escritos,
E que nenhum mortal
Seria capaz de mudar.
Um amor que podem anos se passar,
Mas ele jamais vai deixar de existir.
As palavras poderiam denunciar
Que não existe mais amor,
Mas o coração não iria aceitar,
Iria ignorar as palavras e sofrer.
Encontrei
Meu Grande Amor,
Um encontro que mudou a minha vida,
Que me ensinou
O que é
Realmente Amar!!!
23/04/11
Ivete
Vida
não há sentimento mais belo que o amor, quando verdadeiro o amor consegue vencer todas as barreiras, todas as dificuldades. Ele permanece forte e inabalado diante das intempéries da vida. Eu acredito que nosso amor é assim, forte demais para ser abalado por coisas, que em comparação com este nosso sentimento, são pequenas demais.
O amor é um sentimento que nos alimenta, ao contrário da paixão que nos consome por dentro e apesar de forte não dura muito.
É verdade que já tivemos nossos momentos de fragilidade, nossas discussões, mas sempre conseguimos superar todos esses percalços que se apresentaram no nosso caminho, e no fim, acabamos saindo com um sentimento mais forte, mais sólido e com raízes mais profundas.
Um amor como o nosso, baseado na confiança, no respeito mútuo, na amizade e, é claro, no tesão, tem tudo pra dar certo e continuar vivo por muitos e muitos anos.
O objetivo desta carta é reforçar os meus sentimentos por você, dizer que nada nem ninguém nos fará afastar um do outro.

Te amo
12/05/10
Ivete
Oi amor meu, com todo carinho pra vc
Meu amor,
Já te disse quanto te amo?
Já, eu sei que já disse
Muitas vezes Mas digo de novo agora
Te amo
De um amor tão profundo
Tão lindo
Como flor se abrindo
Amo a luz do seu olhar
Amo seu jeito de me chamar
Amo seu amor a me amar
Amo o céu que te cobre
Amo muito, de um amor todo nobre
Que deixa o mundo pobre
Amo você Hoje, amanhã
Mais que ontem
Mais que sempre
Mais que nunca
Te amo
Você é tudo que eu sempre quis
E me faz feliz
Me faz menina
Mesmo quando o tempo já passou
E a gente quase nem notou
Amo sua voz
A me dizer carinhos quase indecentes
Amo sua boca quente
Seu abraço presente
Te amo tão somente
Eu te amo Eternamente!
Meu amor nunca se esqueça desse amor que sinto por você

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PROGRAMA DE REDUÇÃO DO COMPORTAMENTO
AGRESSIVO ENTRE ESTUDANTES
Conceituação
O que é Bullying?
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes:
Colocar apelidos, excluir, tiranizar, ofender, isolar, dominar, zoar, ignorar, agredir, gozar, intimidar, bater, encanar, perseguir, chutar, sacanear, assediar, empurrar, humilhar, aterrorizar, ferir, fazer sofrer, amedrontar, roubar, discriminar, quebrar pertences, etc.
E onde o Bullying ocorre?
O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.
De que maneira os alunos se envolvem com o Bullying?
Seja qual for à atuação do aluno, algumas características podem ser destacadas, como relacionadas aos papéis que venham a representar:
 Alvos de Bullying – são os alunos que só sofrem BULLYING;
 Alvos/autores de Bullying – são os alunos que ora sofrem, ora praticam Bullying;
 Autores de Bullying – são os alunos que só praticam BULLYING;
 Testemunhas de Bullying – são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.
Os autores são, comumente, indivíduos que tem pouca empatia. Frequentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o BULLYING tem grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos antissociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinquentes ou criminosas.
Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as consequências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São geralmente, pouco sociáveis. Um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo. A baixa autoestima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns creem serem merecedores do que lhe é imposto. Tem poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam o colégio com frequência, ou abandonam os estudos. Há jovens que estrema depressão acabam tentando ou cometendo o suicídio.
As testemunhas, representadas pela grande maioria dos e se calam em razão do temor de se tornarem as “próximas vítimas”. Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, om o que veem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sobre sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente.
E o Bullying envolve muita gente?
A pesquisa mais extensa sobre BULLYING, realizada na Grã Bretanha registra que 37% dos alunos do primeiro grau e 10% do segundo grau admitem ter sofrido de BULLYING, pelo menos, uma vez por semana. O levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5.875 estudantes de 5ª a 8ª séries, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente evolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores de Bullying.
Os meninos, com uma frequência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto alvos. Já entre as meninas, embora com menor frequência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação.
Quais são as consequências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quando não há intervenções efetivas contra o BULLYING, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de Bullying, quando percebem que o comportamento agressivo não trás nenhuma consequência a quem o pratica, poderão achar por bem adota-lo.
Alguns dos casos citados na imprensa, como o ocorrido na cidade de Taiúva, interior de São Paulo, no início de 2003, nos quais um ou mais alunos entraram armados na escola, atirando contra quem estivesse a sua frente, retratavam reações de crianças vítimas de BULLYING. Merecem destaque algumas reflexões sobre isso:
 Depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de “superação” do poder que os subjugava.
 Seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram os alunos que fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e sofrimento.
As medidas adotadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não violência na sociedade.
Quais as consequências possíveis para os alvos?
As crianças que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem em especial as famílias, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa autoestima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento. Poderão assumir, também, um comportamento agressivo. Mais tarde poderão vir a sofrer ou a praticar o BULLYING no trabalho (workplace bullying). Em casos extremos, alguns deles poderão tentar ou a cometer suicídio.
E para os autores?
Aqueles que praticam Bullying contra seus colegas poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento antissocial, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho. Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de Bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos de delinquência ou criminosos.
E quanto às testemunhas?
As testemunhas também se veem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

UM BREVE HISTÓRICO
Entende-se por Bullying todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executado dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
Diversos pesquisadores em todo o mundo têm direcionado seus estudos para esse fenômeno que toma aspectos preocupantes, tanto pelo seu crescimento, quanto por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, relativas aos primeiros anos de escolaridade. Dados recentes apontam no sentido da sua disseminação por todas as classes sociais e uma tendência para um aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade, da infância à adolescência.
Em estudos realizados recentemente, 40,5% dos 5.785 alunos de 5ª a 8ª séries participantes admitiram estar diretamente envolvidos em atos agressivos na escola.
Durante a década de 90, ocorreu na Europa, um número considerável de pesquisas e campanhas que conseguiram reduzir a incidência de comportamentos agressivos nas escolas.
Tudo teve início com os trabalhos do Professor Dan Olweus, na Universidade de Bergen – Noruega (1978 a 1993) e com a Campanha Nacional Anti BULLYING nas escolas norueguesas (1993). No início dos anos 70, Dan Olweus iniciava investigações na escola sobre o problema dos agressores e suas vítimas, embora não se verificasse um interesse das instituições sobre o assunto. Já na década de 80, três rapazes entre 10 e 14 anos cometeram suicídio. Estes incidentes pareciam ter sido provocados por situações graves de BULLYING, despertando, então, a atenção das instituições de ensino para o problema.
Olweus pesquisou inicialmente cerca de 84.000 estudantes, 300 a 400 professores e 1.000 pais entre os vários períodos de ensino. Um fator fundamental para a pesquisa sobre a prevenção do BULLYING foi avaliar a sua natureza e ocorrência. Como os estudos de observação direta ou indireta são demorados, o procedimento adotado foi o uso de questionários, o que serviu para fazer a verificação das características e extensão do BULLYING, bem como avaliar o impacto das intervenções que já vinham sendo adotadas.
Nos estudos noruegueses utilizou-se um questionário proposto por Olweus, consistindo num total de 25 questões com respostas de múltipla escolha, onde se verificava a frequência, tipos de agressões e percepções individuais quanto ao número de agressores e percepções individuais quanto ao número de agressores (Olweus, 1993ª). Este instrumento destinava-se a apurar as situações de vitimização/agressão segundo o ponto de vista da própria criança. Ele foi adaptado e utilizado em diversos estudos, em vários países, inclusive no Brasil, possibilitando assim, o estabelecimento de comparações.
Os primeiros resultados sobre o diagnóstico do BULLYING foram informados por Olweus (1989) e por Roland (1989), e por eles se verificou que 1 em cada 7 estudantes estavam envolvidos em caso de BULLYING. Em 1993, Olweus publicou o livro “BULLYING at School” apresentando e discutindo o problema, os resultados de seu estudo, projetos de intervenção e uma relação de sinais ou sintomas que poderiam ajudar a identificar possíveis agressores e vítimas. Essa obra deu origem a uma Campanha Nacional, com o apoio do Governo Norueguês, que reduziu cerca de 50% os casos de BULLYING nas escolas. Sua repercussão em outros países, como o Reino Unido, Canadá e Portugal, incentivou essas nações a desenvolverem suas próprias ações.
O programa de intervenção proposto por Olweus tinha como características principais desenvolver regras claras contra o BULLYING nas escolas, alcançar um envolvimento ativo por parte de professores e pais, aumentar a conscientização do problema, avançando no sentido de eliminar alguns mitos sobre o BULLYING e prover apoio e proteção para as vítimas. Com o sucesso da Campanha Nacional Antibullying realizada na Noruega, diversas campanhas e estudos seguiram o mesmo caminho, dos quais podemos destacar o The DES Shefield Bullying Project-UK, a Campanha Anti-Bullying nas escolas portuguesas e o Programa de Educação para a Tolerância e Prevenção da Violência na Espanha, entre outros.
PROGRAMAS PROPOSTOS
Atualmente, diversas pesquisas e programas de intervenção anti-bullying vem se desenvolvendo na Europa e na América do Norte.
Recentemente um projeto internacional europeu, intitulado “Training and Prevention of Bullying”, mantido pela Comissão Europeia, teve a sua conclusão em 2001. Este projeto, que englobava Campanhas do Reino Unido, Portugal, Itália, Alemanha, Grécia e Espanha, teve os seguintes objetivos:
 Diagnosticar as causas e naturezas do BULLYING e da exclusão social nas escolas;
 Verificar as causas desses problemas em diferentes sociedades e culturas;
 Verificar as consequências em longo prazo, até a vida adulta;
 Avaliar os programas de intervenção prósperos;
 Integração de diferentes metodologias de estudos.
Alguns aspectos observados nestes Programas foram os seguintes:
a) A maior parte dos alunos entrevistados diz nunca ter sofrido situações de BULLYING na escola;
b) A maioria dos agressores encontra-se na própria sala das vítimas, principalmente nas séries iniciais;
c) Os meninos tendem a ser agredidos principalmente por meninos, enquanto as meninas por ambos os sexos. Os meninos também admitem agredir mais do que as meninas;
d) As agressões ocorrem principalmente durante os recreios e na sala de aula;
e) A metade dos alunos entrevistados espera que o professor intervenha nas situações de agressão na sala de aula;
f) Entre os alunos que se dizem agredidos, 50% admitem que não informam o ocorrido nem aos professores e nem a seus responsáveis.
Diversas discussões com os representantes das escolas participantes no programa foram desenvolvidas para obtenção de alguns princípios básicos na política de intervenção. Dentre as ações implementadas deve ser destacado o envolvimento dos professores, pais, autoridades educacionais e alunos, buscando definir com clareza o fenômeno do BULLYING, e estabelecer as diretrizes necessárias para o desenvolvimento de estratégias que possam ser executadas por todos.
O objetivo principal era de sensibilizar toda a comunidade escolar para apoiar os alunos alvos de BULLYING, fazendo com que se sentissem seguros para falar sobre a violência que vinham sofrendo.
O Programa entedia as escolas como sistemas dinâmicos e complexos e que não poderiam ser tratadas de maneira uniforme, pois a realidade de cada uma delas é baseada nas experiências de seus alunos, de seus professores e da comunidade. Consequentemente, as estratégias e ações aplicadas deveriam ser definidas individualmente.
Estabeleceu-se que, em cada unidade de ensino, seria criado um Conselho, formado por representantes da comunidade escolar, capaz de definir e priorizar as ações, de acordo com os contextos sociais e políticos locais, buscando-se, assim, as soluções mais factíveis para a resolução dos problemas relacionados ao BULLYING.
Dois aspectos de grande relevância, identificados em todos esses Programas, mereceram destaque: o número expressivo de crianças envolvidas em práticas agressivas seja como alvos, autores ou testemunhas, e a constatação de que o número de alvos é sempre superior ao número de autores.
A partir desses trabalhos, vários estudos foram realizados com a finalidade de verificar o fenômeno sob diversos aspectos. Hoje é reconhecido que o BULLYING, como fenômeno social, pode surgir em diversos contextos, como parte de problemas de relações pessoais entre adultos, jovens e crianças em diferentes locais, como: trabalho (workplace BULLYING), prisões, asilos de idosos, ambiente familiar, clubes e playgrounds, entre outros.
No Brasil, como reflexo de trabalhos europeus, encontramos alguns estudos sobre BULLYING no ambiente escolar, realizadas recentemente:
a) O trabalho realizado pela Professora Marta Canfield e colaboradores (1997), em que as autoras procuraram observar os comportamentos agressivos apresentados pelas crianças em quatro escolas de ensino público em Santa Maria (RS), usando uma forma adaptada pela própria equipe do questionário de Dan Olweus (1989);
b) As pesquisas realizadas pelos Professores Israel Fogueira e em duas Escolas Municipais do Rio de Janeiro, usando uma forma adaptada do modelo de questionário do TMR;
c) As pesquisas realizadas pela Professora Cleodelice Aparecida Zonato Fante, em 2002, em escolas municipais do interior paulista, visando o combate e à redução de comportamentos agressivos.
ESTRATÉGIAS SUGERIDAS PELO PROGRAMA DE REDUÇÃO
DO BULLYING NAS ESCOLAS
Quais são as estratégias mais adequadas para a redução do Bullying nas escolas?
Não existem soluções simples para se combater o BULLYING. Trata-se de um problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver sua própria estratégia para reduzi-lo.
A escola deve agir precocemente contra o BULLYING. Quanto mais cedo o BULLYING cessar, melhor será o resultado para todos os alunos. Intervir imediatamente, tão logo seja identificada a existência de BULLYING na escola e manter atenção permanente sobre isso é a estratégia ideal. A única maneira de se combater o BULLYING é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais.
Quais são as etapas a serem cumpridas para se implantar um programa anti-bullying?
1ª: PESQUISANDO A REALIDADE:
Este é o primeiro passo a ser dado e resume-se na aplicação de um questionário de pesquisa com a participação de todos os alunos da escola, antes de receberem qualquer tipo de informação sobre o BULLYING. Apenas um pequeno texto, apresentado no momento da aplicação, tenta situar os estudantes dentro de conceitos sobre os quais se deseja obter opiniões.
Os resultados dessa aplicação vão determinar a prevalência, incidência e consequências do BULLYING em cada escola. Seus dados caracterizam a percepção dos alunos sobre a existência de BULLYING e seus sentimentos sobre isso.
Nem mesmo os professores devem estar cientes sobre o tema. No momento da aplicação do instrumento, deve-se entregar a cada um deles uma carta, explicando o objetivo da pesquisa e fornecendo algumas orientações sobre a metodologia aplicada.
O questionário deve ser aplicado simultaneamente em todas as turmas de um mesmo turno, evitando-se a troca de informações nos corredores, ou a possível intimidação de alguns alunos-alvos de BULLYING.
2ª ETAPA: EM BUSCA DE PARCERIAS:
Uma vez analisados os resultados, todo o corpo docente deve ser informado e incentivado a discutir suas implicações, definindo que estratégias devem ser utilizadas durante o processo de divulgação e sensibilização dos alunos.
3ª ETAPA: FORMANDO UM GRUPO DE TRABALHO:
Esse grupo deve ser composto por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar, incluindo professores, funcionários, alunos e pais. Com base na realidade percebida por seus membros e com o auxílio dos dados de pesquisa, serão definidas coletivamente as ações a serem priorizadas e as táticas a serem adotadas.
4ª ETAPA: OUVINDO OPINIÕES:
As propostas definidas pelo Grupo de Trabalho poderão ser submetidas a todos os alunos e funcionários, permitindo-se que sejam dadas sugestões sobre os compromissos e ações que a comunidade escolar deverá adotar para a prevenção e o controle do BULLYING.
5ª ETAPA: DEFININDO OS COMPROMISSOS
A definição da relação final dos compromissos e prioridades poderá ser feita em assembleia geral contando com todos os alunos, professores e funcionários ou apenas, pelo Grupo de Trabalho.
6ª ETAPA: DIVULGANDO O TEMA:
Os compromissos e prioridades deverão ser amplamente divulgados. Diversas cópias serão afixadas em vários locais da escola.

Os pais serão informados sobre os objetivos do projeto por meio de carta ou utilizando-se espaços dentro de reuniões organizadas pelas escolas.
PROGRAMAS A SEREM DESENVOLVIDOS
Objetivos específicos:
 Reduzir o BULLYING nas escolas selecionadas.
 Criar um programa modelar no combate ao BULLYING.
 Monitorar, avaliar e analisar a evolução do problema nas escolas.
 Criar referências para os alunos que precisam de apoio e proteção (agressores e vítimas) e para que denunciem as violências sofridas ou testemunhadas.
 Incentivar o protagonismo juvenil.
 Fortalecer e organizar ações já existentes nas escolas.
CONSELHOS AOS PAIS E EDUCADORES
Indicadores de estar sendo alvo de BULLYING:
 Demonstrar falta de vontade de ir à escola.
 Sentir-se mal perto da hora de sair de casa.
 Pedir para trocar de escola.
 Revelar medo de ir ou voltar da escola.
 Pedir sempre para ser levado à escola.
 Mudar frequentemente o trajeto entre a casa e a escola.
 Apresentar baixo rendimento escolar.
 Voltar da escola, repetidamente, com roupas e livros rasgados.
 Chegar muitas vezes em casa com machucados inexplicáveis.
 Tornar-se uma pessoa fechada, arredia.
 Parecer angustiado, ansioso, deprimido.
 Apresentar manifestações de baixa autoestima.
 Ter pesadelos frequentes, chegando a gritar “socorro” ou “me deixa” durante o sono.
 “Perder”, repetidas vezes, seus pertences, seu dinheiro.
 Pedir sempre mais dinheiro ou começar a tirar dinheiro da família.
 Evitar falar sobre o que está acontecendo, ou dar desculpas pouco convincentes para tudo.
 Tentar ou cometer suicídio.
Se seu filho (filha) apresenta alguns dos sinais descritos acima, pode ser que ele (ela) esteja sendo alvo de BULLYING. Tente conversar com ele sobre o assunto e, caso ele confirme sua suspeita, procure o professor e/ou direção da escola para ajudarem a solucionar o problema.
NÃO EXIJA DELE O QUE ELE NÃO SE SINTA CAPAZ DE REALIZAR!
NÃO O CULPE PELO QUE ESTÁ ACONTECENDO!
ELOGIE SUA ATITUDE DE RELATAR O QUE O ESTA ATORMENTANDO!
Quando a agressividade passa a ser Bullying?
É comum que as crianças passem por situações na vida, em que sintam fragilizadas e em decorrência disso tornem-se temporariamente agressivas. Assim, o nascimento de um novo bebê na família, a separação dos pais ou a perda de um parente próximo pode ser motivo para a mudança repentina no comportamento da criança. No entanto, normalmente, essa “tempestade” aos poucos vai passando e volta a “calmaria”.
Mas, há casos em que se observa algo diferente: algumas crianças apresentam uma agressividade não apenas transitória, mas permanente. Parecem estar sempre provocando situações de briga.
Eis alguns motivos para que essas crianças se tornem agressores crônicos, possíveis autores de Bullying:
 Porque foram mal acostumadas e por isso esperam que todo mundo faça todas as suas vontades e atenda sempre às suas ordens.
 Gostam de experimentar a sensação de poder.
 Não se sentem bem com outras crianças, tendo dificuldade de relacionamento.
 Sentem-se inseguras e inadequadas.
 Sofrem intimidações ou são tratados como bodes expiatórios em suas casas.
 Já foram vítimas de algum tipo de abuso
 São frequentemente humilhadas pelos adultos.
 Vivem sob constante e intensa pressão para que tenham sucesso em suas atividades.
Evidentemente, essas crianças precisam de ajuda, mais do que de punição. Torna-se urgente dar assistência a elas, para que possa interromper esse ciclo de violência que vai se instalando em suas vidas.
Agressores precisam de vítimas. E quem são as vítimas?
Geralmente, os autores de Bullying procuram pessoas que tenham alguma característica que sirva de foco para suas agressões. Assim, é comum eles abordarem pessoas que apresentem algumas diferenças em relação ao grupo no qual estão inseridas, como por exemplo: obesidade, baixa estatura, deficiência física, ou outros aspectos culturais, étnicos ou religiosos. O que se verifica é que essas crianças são alvos mais visados e tornam-se mais vulneráveis ao Bullying, por possuírem algumas dessas características específicas. Mas, o fato de sofrer Bullying não é culpa da vítima, pois ninguém pode ser responsabilizado por ser diferente!
Na verdade, a diferença é apenas o pretexto para que o agressor satisfaça uma necessidade que é dele mesmo: a de agredir. Tanto os pais, quanto as escolas, devem ajudar as crianças a lidarem com as diferenças, procurando questionar e trabalhar seus preconceitos. E uma das boas maneiras de se lidar com isso é promovendo debates, nos quais os jovens possam tomar consciência dessas questões e confrontar suas ideias com a de outros jovens.
Aos pais:
Se você for informado de que seu (sua) filho (a) é um (a) autor (a) de Bullying, converse com ele (a) e:
 Saiba que ele (a) está precisando de ajuda.
 Não tente ignorar a situação, nem procure fazer de conta que está tudo bem.
 Procure manter a calma e controlar sua própria agressividade ao falar com ele (a). Mostre que a violência deve ser sempre evitada.
 Não o (a) agrida, nem o (a) intimide; isso só iria tornar a situação ainda pior.
 Mostre que você sabe o que está acontecendo, mas procure demonstrar que você o (a) ama, apesar de não aprovar esse seu comportamento.
 Converse com ele (a): procure saber porque ele (a) está agindo assim e o que poderia ser feito para ajuda-lo (a).
 Garanta a ele (a) que você quer ajuda-lo (a) e que vai buscar alguma maneira de fazer isso.
 Tente identificar algum problema atual que possa estar desencadeando esse tipo de comportamento. Nesse caso, ajude-o (a) a sair disso.
 Com o consentimento dele (a), entre em contato com a escola; conversem com professores, funcionários e amigos que possam ajuda-lo (a) a compreender a situação.
 Dê orientações e limites firmes, capazes de ajuda-lo (a) a controlar seu comportamento.
 Procure auxiliá-lo (a) a encontrar meios não agressivos para expressar suas insatisfações.
 Encoraje-o (a) a pedir desculpas ao colega em que ele (a) se destaque e que venha a melhorar sua autoestima.
 Procure criar situações em que ele (a) possa se sair bem, elogiando-o (a) sempre que isso ocorrer.
Aos diretores, coordenadores e professores das escolas:
Se vocês desejam reduzir o Bullying dentro das escolas, aqui vão alguns conselhos para lidar com isso:
 Desde o primeiro dia de aula, avisem aos alunos que não será tolerado Bullying nas dependências da escola. Todos devem se comprometer com isso: não o praticando e avisando à direção sempre que ocorrer um fato dessa natureza.
 Promovam debates sobre Bullying nas classes, fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos alunos.
 Estimulem os estudantes a fazerem pesquisas sobre o tema na escola, para saber o que alunos, professores e funcionários pensam sobre o Bullying e como acham que se deve lidar com esse assunto.
 Convoquem assembleias, promovam reuniões ou fixem cartazes, para que os resultados da pesquisa possam ser apresentados a todos os alunos.
 Facultem a oportunidade de que os próprios alunos criem regras de disciplina para suas próprias classes. Essas regras, depois, devem ser comparadas com as regras gerais da escola, para que não haja ocorrências.
 Da mesma maneira, permitam que os alunos busquem soluções capazes de modificar o comportamento e o ambiente.
 Sempre que ocorrer alguma situação de Bullying, procurem lidar com ela diretamente, investigando os fatos, conversando com autores e alvos. Quando ocorrerem situações relacionadas a uma causa específica, tentem trabalhar objetivamente essa questão, talvez por meio de algum projeto que aborde o tema. Evitem, no entanto, focalizar alguma criança em particular.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SÍNDROME DA PRESSA

O que é?
A Síndrome as Pressa é mais um dos males que atinge a sociedade moderna e está diretamente relacionada a fatores e características de sintomas ansiosos, como também é derivado de fatores estressantes e de uma vida sedentária.
Em nosso cotidiano vivemos situações constantes de cobranças e resultados rápidos em todos os setores da vida, visto que a mentalidade é de que parece não temos “tempo a perder”.
No trabalho somos cobrados a ter resultados rápidos, no trânsito temos pressa em chegar ao local onde nos direcionamos, vivemos olhando no relógio para saber se chegaremos pontualmente, comemos rápido para voltar logo ao trabalho, pois temos muita coisa a fazer, pensamos várias coisas simultaneamente que temos que fazer hoje e amanhã, e assim por diante, e parece que diante de tudo o que foi colocado, ouvimos constantemente de que temos que ser perfeitos, senão não está bom.
A Síndrome da Pressa não é considerada uma doença que consta no Manual de Doenças médicas, mas é um mal que vem em um crescente no mundo todo e atinge hoje um total de 30% da população. Mesmo não sendo considerada uma doença, é considerada um mal que pode acometer uma pessoa a outras doenças físicas, emocionais e psicossomáticas, afetando ainda nosso sistema imunológico.
A Síndrome da Pressa gera demonstração de impaciência, pouco interesse do indivíduo pelo que os outros falam demonstração de intolerância com pessoas que tem um ritmo mais lento.
Quem sofre deste mal, em geral, é uma pessoa que tem grande necessidade de fazer tudo e sempre de forma rápida. Essas pessoas têm grandes dificuldades de concentração.

Vale ressaltar ainda mais algumas características deste mal:
 Impaciência;
 Irritabilidade;
 Acúmulo de atividades;
 Tendência a cortar o final das palavras;
 Não suportam “perder tempo”.
Algumas consequências da Síndrome da Pressa:
 A pessoa vive em constante situação de alerta físico e mental;
 Dilatação das pupilas;
 Aceleração do coração;
Os impactos da Síndrome da Pressa:
 Aumento risco de infarto;
 Úlceras;
 Gastrites;
 Distúrbios do sono;
Em consequência do que foi colocado, podemos acrescentar ainda alguns pontos importantes de fundamental importância:
 Alguns indivíduos tornam-se agressivos;
 Outros indivíduos tornam-se extremamente competitivos.
Diante do que pudemos observar, a Síndrome da Pressa é um mal que se não tratado e diagnosticado a tempo, afeta, além da saúde das pessoas, a vida pessoal, ficando comprometidos em questões relacionadas a lazer, família, passatempos, visto que são pessoas que não conseguem ter sensações de relaxamento, de bem-estar, visto que se mostram sempre tensas e ainda muitas delas consideram não ter tempo para dedicarem-se a estas atividades.
E como deve ser tratado este mal?


Para que exista um tratamento eficaz, é preciso que a pessoa reconheça seu problema e resolva mudar. É claro que as mudanças não ocorrem de um dia para o outro. É muito comum as pessoas quererem fórmulas mágicas, como se esse fator resolvesse todos os seus problemas. É preciso que as pessoas aprendam a darem tempo para que se possa ter um controle do problema.
As pessoas devem seguir a risca o tratamento que é à base de medicamentos e consultas psicológicas, onde serão trabalhados todos os fatores descritos acima. Infelizmente algumas pessoas não tem a devida paciência e desistem do tratamento justamente por impaciência. Não é demais dizer que alguns desses desistentes acabam retornando ao tratamento.
Faz-se necessário a busca de lazer, momentos com a família, mudar rotinas diárias, fazer novas amizades, viajar, entre outras sugestões, mas mais do que isso, o que vale é a predisposição da pessoa em levar a sério o tratamento para continuar a ter uma vida mais saudável, e consequentemente sua vida será mais produtiva e eficaz, melhorando sua qualidade de vida.
OS 10 ESTÁGIOS DA BEBEDEIRA
(UMA EXPERIÊNCIA DE VIDA)
1º ESTÁGIO - "AQUECIMENTO"
Você começa a beber, aquilo desce gostoso, provocando alguma lacrimejação e sorriso fácil. Fica sociável e alegre. Bate bons papos com os amigos e conta algumas piadinhas boas para "relaxar o ambiente".
2º ESTÁGIO - "O SÁBIO"
Com mais alguns goles, se torna o cara mais inteligente do local, domina praticamente todos os assuntos, e discute como se fosse o rei da cocada preta. Conhece tudo e entende todos os assuntos. E ai de quem discutir contigo...
3º ESTÁGIO - "O CONQUISTADOR"
Esse é o estágio Tom Cruise. Além de falar que já saiu com todas as mulheres da sua faculdade e do seu bairro, você começa a se achar o cara mais lindo e gostoso do lugar. Todas as meninas começam a dar mole! Até mesmo as que não olham, pois estas só estão fazendo charme para chamar sua atenção, estão "dando uma de difícil". Você realmente se acha o mais bonito do lugar...
4º ESTÁGIO - "MIKE TYSON"
Após perceber que você se tornou o mais bonito e procurado do local, é necessário demarcar o território de atuação para ninguém te atrapalhar! É quando você se torna o cara mais forte do mundo, bate em todos e ninguém pode com você! Em boates dá ombradas de propósito, mexe com a mulher dos outros e quando está no camarote, bate cinza lá de cima na cabeça de quem está embaixo...
5º ESTÁGIO - "O RICO"
Você se torna o cara mais rico do mundo. Começa a pagar bebida para todo mundo, afinal de contas todos são seus melhores amigos. Além de pagar bebida para os outros, você bebe as bebidas mais caras do lugar, e começa a marcar festas e churrascos na sua casa para o dia seguinte.
6º ESTÁGIO - "XAROPE-INVISÍVEL"
Esse é o pior de todos. Você faz um monte de burradas e acha que ninguém ta vendo. Derruba copo, quebra garrafa, faz xixi na lixeira do banheiro e no rolo de papel higiênico, fica pendurado nas escadas, conta só piada chata, faz força para ficar em pé quando já não caiu, olha para a namorada do seu melhor amigo, mexe com a cunhada, começa a imitar bicha, chega em todas as mulheres que passam perto e assim vai...
7º ESTÁGIO - "CHORÃO"
Você chora por tudo... Aí você lembra da mulher que te deixou, do seu amigo que não foi para a festa, da sacanagem que aprontou com o colega de trabalho, do dinheiro que esqueceu de dar para a empregada! Tudo é motivo para você desabar em lágrimas.
8º ESTÁGIO - "O MENTIROSO"
É aquele diz assim: "Zuzu bem, to legal, to legal, nunca mais vou beber!”.
9º ESTÁGIO - "FIM-DE-NOITE"
Você volta para casa ainda com lágrimas nos olhos...
Chega em casa vomita na porta antes de entrar e quando entra esbarra em tudo e derruba um monte de coisas. Ai se alguém só pergunta o que é o barulho todo você logo diz: "Eu não bebi... calma pessoal!" Ai você lembra da sua ex-namorada e acha que ela quer receber um telefonema seu às 4 da manhã, e ao estar falando com ela dorme no telefone...
10º ESTÁGIO - "SEM MEMÓRIA"
Estágio Amnésia. Após dormir 12 horas nem lembra o que fez no dia anterior (ou finge não lembrar) e dependendo do comentário geral da galera, jura que nem saiu de casa... Esse estágio também provoca "A Hora do Espanto" e "A Hora do Pesadelo". É aquele famoso medo de acordar com algum monstro ou ET do seu lado, ou de um amigo dizer que você saiu uma mulher que parecia o rascunho do mapa do inferno rasgado e com as pontas queimadas.
TREINANDO A EMOÇÃO PARA SER FELIZ

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano procura a felicidade como a terra seca clama pela água. É fácil conquista-la? Nem sempre! Os poetas a homenagearam, os romancistas a descreveram, os filósofos a contemplaram, mas grande parte deles a saudaram apenas de longe.
Os reis tentaram dominá-la, mas ela não se submeteu ao seu poder. Os ricos tentaram compra-la, mas ela não se deixou vender. Os intelectuais tentaram entende-la, mas ela os confundiu. Os famosos tentaram fasciná-la, mas ela lhes contou que preferia o anonimato. Os jovens disseram que ela lhes pertencia, mas ela lhes disse que não se encontrava no prazer imediato nem se deixava encontrar pelos que não pensavam nas consequências dos seus atos.
Alguns acreditaram que poderiam cultivá-la em laboratório. Isolaram-se do mundo e dos problemas da vida, mas a felicidade enviou um claro recado dizendo que ela apreciava o cheiro de gente e crescia no meio das dificuldades. Outros tentaram cultivá-la com os avanços da ciência e da tecnologia, mas eis que a ciência e a tecnologia se multiplicaram e a tristeza e as mazelas da alma se expandiram.
Desesperados, muitos tentaram encontrar a felicidade em todos os cantos do mundo. Mas no espaço ela não estava nos mais altos edifícios não fez morada, no interior dos palácios não habitava. Cansados de procura-la, alguns disseram: “ela não existe, é um sonho de sonhadores que nunca acordam”.
A felicidade bateu à porta de todos. Deu sinal de vida na história dos abatidos e dos animados, dos depressivos e dos sorridentes, dos que representam e dos que vivem sem maquiagem. Sussurrando aos ouvidos do coração, ela disse baixinho: “Hei! Não estou no mundo em que você está, mas no mundo que você é!”. Confusos, gritamos: “O quê? Fale mais alto!”. Como a voz de uma suave brisa ela delicadamente balbuciou: “Não me procure no imenso espaço nem nos recantos da terra. Viaje para dentro de você. Eu me escondo nas vielas da sua emoção, no cerne do seu espírito...”.
A maioria das pessoas não entendeu a sua linguagem. Esperavam que ela se manifestasse como o ribombar dos trovões. Mas ela ama o silêncio. Sorrateira, ela aparece quase imperceptível nas curvas da vida e nas coisas singelas da existência.
Por não entende-la, navegamos sem leme. Desprezamo-la, mas ela resistiu. Maltratamo-la, mas ela, por um instante, apareceu e logo se dissipou. O resultado é que a felicidade habitou na alma de muitos por pouco tempo e na alma de poucos por toda a vida.
A felicidade tem muitas filhas e filhos: o amor, a tranquilidade, a alegria, a paciência, a tolerância, a solidariedade, o perdão, a perseverança, o domínio próprio, a bondade, a autoestima. Nunca se viu uma família tão unida! Se você maltratar alguns de seus membros, tem grande chance de perder a família toda. Se ferir o amor, perderá a tranquilidade; se a tranquilidade abandoná-lo, perderá a perseverança; se a perseverança partir, perderá a sabedoria; se a sabedoria se for, a autoestima dirá adeus.
Precisamos aprender a conhecer o mundo da emoção para cultivar a felicidade. O mundo evolui com uma velocidade espantosa. A cada dez anos o conhecimento se multiplica derrubando mitos. Antigas “verdades” científicas perdem crédito e são abandonadas. Novas idéias substituem as anteriores. Tudo está tão veloz! Será que a emoção pode caminhar na mesma velocidade? Não! A felicidade é amiga do tempo. É preciso treinar a emoção para ser feliz.
Treinar a emoção é desenvolver as funções mais importantes da inteligência, tais como: aprender a gerenciar os pensamentos, proteger a emoção nos focos da tensão, pensar antes de reagir, se colocar no lugar dos outros, perseguir os sonhos, valorizar o espetáculo da vida. Por que a solidão, a baixa autoestima, a ansiedade, a fadiga e a irritabilidade tem sido companheira de jovens e adultos? Porque nunca treinaram suas emoções para mudar os pilares de sua história. Muitos livros de autoajuda vendem uma idéia inadequada do que é ser feliz.


Multiplicamos as escolas, mas não multiplicamos os homens que pensam. Multiplicamos o número de psicólogos e psiquiatras no mundo, mas não expandimos a produção de homens que tenham qualidade de vida e saibam navegar nas águas da emoção. Não há fórmulas mágicas para ser feliz. O caminho é o treinamento da emoção. Não é possível apagar nossas histórias, só é possível reescrevê-las.
Quem se diploma na vida já está derrotado. Se você acha que é um pequeno aluno saturado de erros e dificuldades, você tem esperança. Saiba que não há gigantes no território da emoção, todos somos eternos aprendizes.
Você pode e deve encontrar o caminho da felicidade, as veredas da tranquilidade, o prazer do diálogo, a coragem para superar crises e a lucidez para resgatar o encanto pela vida. Você venceu a maior corrida de todos os tempos, foi o mais corajoso da terra e, por incrível que pareça, viveu o maior romance da história. Duvida? Espere e verá.
CODEPENDÊNCIA NO RELACIONAMENTO
1) Meus sentimentos bons sobre quem sou derivam de ser gostado por você;
2) Meus sentimentos bons sobre quem sou derivam de receber aprovação sua;
3) Suas lutas afetam minha serenidade. Minha atenção mental focaliza-se na solução de seu problema ou aliviar sua dor;
4) Minha atenção mental está em agradar você;
5) Minha atenção mental está focalizada em proteger você;
6) Minha atenção mental está focalizada em manipular você para fazer à minha maneira;
7) Minha autoestima se apoia no alívio da sua dor;
8) Meus próprios hobbies e interesses são colocados de lado. Meu tempo é gasto compartilhando seus interesses e hobbies; é um reflexo de mim;
9) Sua roupa e aparência pessoal são ditadas por meus desejos, pois sinto que você é um reflexo de mim;
10) Seu comportamento é ditado por meus desejos, pois sinto que você é um reflexo de mim;
11) Eu não sei como me sinto. Eu sei como você se sente. Eu não sei o que quero. Eu pergunto o que você quer. Seu eu não sei eu presumo;
12) Os sonhos que eu tenho para o futuro são ligados a você;
13) Meu medo de rejeição determina o que digo ou faço;
14) Meu medo de sua raiva determina o que eu digo ou faço;
15) Eu uso dar como forma de me sentir seguro em nosso relacionamento;
16) Meu circulo social diminui à medida que me envolvo com você;
17) Eu coloco meus valores de lado de forma a me conectar com você;
18) Eu valorizo sua opinião e forma de fazer as coisas mais do que a minha;
19) A qualidade da minha vida está relacionada à qualidade de sua vida;








SINAIS DE AVISO DA RECAIDA DA CODEPENDÊNCIA

Da observação de consultores que trabalham com familiares em recuperação, foram registrados estes sintomas de recaída da família:

1) Interrupção da vida diária;
2) Falta de cuidados pessoais;
3) Incapacidade e colocar e manter limites;
4) Abandono da atitude de fazer primeiro as primeiras coisas;
5) Indecisão;
6) Comportamento compulsivo;
7) Fadiga;
8) Volta dos ressentimentos;
9) Volta à tendência de querer controlar pessoas, coisas e situações;
10) Comportamento defensivo;
11) Sentimento de auto piedade;
12) Comportamento de excesso nos gastos domésticos;
13) Perda ou excesso de apetite;
14) Transferência de culpa para pessoas, coisas e lugares;
15) Retorno ao medo e ansiedade;
16) Perda da fé;
17) Abandono das reuniões do Al-anon;
18) Pensamentos circulares (encucamento);
19) Incapacidade de construir uma cadeia lógica de pensamentos;
20) Mente confusa;
21) Disfunções do sono;
22) Descontrole emocional;
23) Perda de controle do comportamento;
24) Mudanças de humor incontroláveis;
25) Fracasso em conseguir apoio de família e dos amigos;
26) Sentimentos de solidão e isolamento;
27) Visão de túnel;
28) Volta aos períodos de ansiedade e ataques de pânico;
29) Problemas de saúde;
30) Uso de medicação ou álcool;
31) Abandono total do tratamento;
32) Incapacidade de mudar comportamentos destrutivos;
33) Atitude de não se importar;
34) Perda total da estrutura diária;
35) Desespero e pensamentos de suicídio;
36) Colapso físico (úlcera, enxaqueca, dores no peito);
37) Colapso emocional (depressão, hostilidade, ansiedade).
O TESTE
INSTRUÇÕES
Leia atentamente cada um dos itens que se seguem. Cada um deles apresenta uma ação ou sentimento diante de uma situação dada. Avalie a frequência com que você age ou se sente tal como descrito no item.
RESPONDA A TODAS AS QUESTÕES: Se uma dessas situações nunca lhe ocorreu, responda como se tivesse ocorrido, considerando o seu possível comportamento.
NA FOLHA DE RESPOSTAS, assinale, para cada um dos itens, um X no quadrinho que melhor indica a frequência com que você apresenta a reação sugerida. Considerando um total de 10 vezes em que poderia se encontrar na situação descrita no item.
Utilize a seguinte legenda:
A) NUNCA OU RARAMENTE (em cada 10 situações desse tipo, reajo dessa forma no máximo 2 vezes).
B) COM POUCA FREQÜÊNCIA (em cada 10 situações desse tipo, reajo dessa forma 3 a 4 vezes).
C) COM REGULAR FREQÜÊNCIA (em cada 10 situações desse tipo, reajo dessa forma 5 a 6 vezes).
D) MUITO FREQÜENTEMENTE (em cada 10 situações desse tipo, reajo dessa forma 7 a 8 vezes).
E) SEMPRE OU QUASE SEMPRE (em cada 10 situações desse tipo, reajo dessa forma 9 a 10 vezes).
É IMPORTANTE QUE VOCÊ RESPONDA A TODAS AS QUESTÕES
1) Em um grupo de pessoas desconhecidas, fico à vontade conversando naturalmente.
2) Quando um dos meus familiares (pais, irmãos mais velhos ou cônjuge) insiste em dizer o que devo fazer, contrariando o que penso, acabo aceitando para evitar problemas.
3) Ao ser elogiado (a) sinceramente por alguém, respondo-lhe agradecendo.
4) Em uma conversação, se uma pessoa me interrompe, solicito que aguarde até encerrar o que estava dizendo.
5) Quando um (a) amigo (a) a quem emprestei dinheiro, esquece-se de me devolver, encontro um jeito de lembrá-lo (a).
6) Quando alguém faz algo que eu acho bom, mesmo que não seja diretamente a mim, faço menção a isso, elogiando-o (a) na primeira oportunidade.
7) Ao sentir desejo de conhecer alguém a quem não fui apresentado (a), eu mesmo (a) me apresento a essa pessoa.
8) Mesmo junto a conhecidos da escola ou trabalho, encontro dificuldade em participar da conversação (enturmar).
9) Evito fazer exposições ou palestras a pessoas desconhecidas.
10) Em minha casa, expresso sentimentos de carinho através de palavras e gestos a meus familiares.
11) Em uma sala de aula ou reunião, se o professor ou dirigente faz uma afirmação incorreta, eu exponho meu ponto de vista.
12) Se estou interessado em uma pessoa para relacionamento sexual, consigo abordá-la para iniciar conversação.
13) Em meu trabalho ou em minha escola, se alguém me faz um elogio, fico encabulado (a) sem saber o que dizer.
14) Faço exposição (por exemplo, palestras) em sala de aula ou no trabalho, quando sou indicado (a).
15) Quando um familiar me critica injustamente, expresso meu aborrecimento em diretamente a ele.
16) Em um grupo de pessoas conhecidas, se não concordo com a maioria, expresso verbalmente minha discordância.
17) Em uma conversação com amigos, tenho dificuldade em encerrar a minha participação, preferindo aguardar que outros o façam.
18) Quando um de meus familiares, por algum motivo, me critica, reajo de forma agressiva.
19) Mesmo encontrando-me próximo (a) de uma pessoa importante, a quem gostaria de conhecer, tenho dificuldade em abordá-la para iniciar conversação.
20) Quando estou gostando de alguém com quem venho saindo, tomo a iniciativa de expressar-lhe meus sentimentos.
21) Ao receber uma mercadoria com defeito, dirijo-me até a loja onde a comprei, exigindo a sua substituição.
22) Ao ser solicitado (a) por um (a) colega para colocar seu nome em um trabalho feito sem a sua participação, acabo aceitando mesmo achando que não devia.
23) Evito fazer perguntas a pessoas desconhecidas.
24) Tenho dificuldade em interromper uma conversa ao telefone mesmo com pessoas conhecidas.
25) Quando sou criticado de maneira direta e justa, consigo me controlar admitindo meus erros ou explicando minha posição.
26) Em campanhas de solidariedade, evito tarefas que envolvam pedir donativos ou favores a pessoas desconhecidas.
27) Se um (a) amigo (a) abusa da minha boa vontade, lhe expresso diretamente meu desagrado.
28) Quando um de meus familiares (filhos, pais, irmãos, cônjuge) consegue alguma coisa importante pela qual se empenhou muito, eu o elogio pelo seu sucesso.
29) Na escola ou no trabalho, quando não compreendo uma explicação sobre algo que estou interessado (a), faço as perguntas que julgo necessárias ao meu esclarecimento.
30) Em uma situação de grupo, quando alguém é injustiçado, reajo em sua defesa.
31) Ao entrar em um ambiente onde estão várias pessoas desconhecidas, cumprimento-as.
32) Ao sentir que preciso de ajuda, tenho facilidade em pedi-la a alguém de meu circulo de amizades.
33) Quando meu (minha) parceiro (a) insiste em fazer sexo sem o uso de camisinha, concordo para evitar que ele (a) fique irritado (a) ou magoado (a).
34) No trabalho ou na escola, concordo em fazer as tarefas que me pedem e que não são de minha obrigação, mesmo sentindo um certo abuso nesses pedidos.
35) Se estou sentindo-me bem (feliz), expresso isso para as pessoas de meu circulo de amizades.
36) Quando estou com uma pessoa que acabei de conhecer, sinto dificuldade em manter um papo interessante.
37) Se preciso pedir um favor a um (a) colega, acabo desistindo de fazê-lo.
38) Consigo “levar na esportiva” as gozações de colegas de escola ou de trabalho a meu respeito.